terça-feira, 30 de novembro de 2010

falando em consciência negra

Particular?

Particular ela é particular ...
Veio, aqui na minha cidade uma escola particular, daquelas cheias de patricinhas e boyzinhos, pisou na bola com uma amiga e sua cria.
É eles são afrodecendentes, com orgulho e não com empáfia, a mãe dá um murro violento na vida, dois trampos, uma separação, três filhos, sem carro, sem muita gente pra ajudar e muita para atrapalhar.
A criançada não faz favor nenhum de estar na escola, lá eles trabalham como atletas para merecer a benesse do ensino, nada é de grátis.
Mano, essa guerreira ainda sorri pra gente quando nos cumprimentamos na seção.
Sou cristão contestante, aqueles de servir a Deus e não aqueles de denegrir o evangelho com exacerbados discursos de condenação e que tais xiitas, prego o amor de Jesus, aquele mesmo amor desprendido de quem morreu na cruz, fez-se homem para isso, é pouco?
Como uma escola, local de ensino e formação de caráter, entra numa dessas?
Me deixou com os nervos em ponto de ebulição.
Queria ser um pouquinho influente para poder mudar esse estado de coisas, legislar em causa do próximo e não como fazem esses senhores amantes da “eugenia” ao esquecerem que sem negros, índios, amarelos e brancos a coisa toda, chamada mundo, desandaria.
Mas fazer como?
Lá em Brasília é tudo marolinha, o que não é varre-se tapete abaixo com Cpis, comi$$ões e outros bichos.
Desculpem o desabafo, mas não agüento mais ver o povo dividido em castas e o governo dizer que temos um povo unido, qualé?
Se até o juiz negro dp STF ignoraram, eu sou quem?
Espera aí?
Sendo Deus o Rei dos reis, sou príncipe sendo por Ele chamado filhinho.
Então, vou usar essa prerrogativa e pedir que o Rei resolva essa causa, vamos ver como os arianos saem dessa.
Paz, muita paz.

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