quinta-feira, 30 de setembro de 2010

EDC - PÁSSAROS (oficial)



Direção/roteiro: Cleber Rodrigo
Fotografia: Rafael Rocha
Edição/finalização: Cassio Tisséo

Videoclipe da música Pássaros do álbum "EM DIAS CHUVOSOS"

resoluto

Me despi de toda vaidade,
a veleidade de me ter por exemplo.
De ser templo de minha auto-devoção,
a comoção que só a mim extasiava.
Precisava desse olhar introspecto,
de antever esse espectro sombrio,
esse vazio que se derrama em meio a medos.
Ledo engano achar-se malandro,
nos meandros da vida
sempre há guarida para um mais esperto.
De certo, esse um não sou eu,
valeu o que aprendi com cabeçadas,
daquelas bem dadas que até cria galo.
Tempos atras choraria junto a um gargalo,
mas hoje meus fantasmas pego a mão,
não que o faça sem ajuda,
a gente muda, a gente reencontra a raiz
o nariz?
a gente "desempina".
a vida ensina, a vida ensina, a vida ensina...

MEU CANDIDATO À DEPUTADO ESTADUAL!



A Lei Estadual 12.547/07, aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo e sancionada pelo executivo estadual, está em pleno vigor em todo o estado e dispensa os músicos e estabelecimentos da obrigatoriedade da apresentação da carteira da Ordem dos Músicos do Brasil.

MEU CANDIDATO À DEPUTADO FEDERAL!



Deputado participou da Comissão Especial que discutiu mudanças no Código Florestal e relata embate com o agronegócio na Câmara dos Deputados.

MEU 1º CANDIDATO AO SENADO!



Marcelo Henrique fala sobre Plano Nacional de Educação e defende orçamento maior para educação pública do país.

MINHA 2ª CANDIDATA AO SENADO!



Ana Luiza senadora 160 se opõe ao machismo e a violência contra as mulheres.

MEU CANDIDATO À GOVERNADOR DE SÃO PAULO!



FOLHA DIRIGIDA inicia, nesta edição, uma série de entrevistas com os candidatos ao Governo do Estado de São Paulo. Todos foram convidados e as entrevistas serão publicadas segundo a ordem de realização. Nesta primeira edição, o entrevistado foi Paulo Bufalo, que concorre pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol) ao lado do vice Aldo Santos.

MEU CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA!



Com uma carreira trilhada no funcionalismo público, o candidato à presidência da República pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol), Plínio de Arruda Sampaio, defende a instituição do concurso como única forma de garantir um serviço de qualidade à população.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

AMO VOCÊ TANTO, TANTO...



AMO VOCÊ TANTO, TANTO...


Quero sentir o teu perfume,
em todo o meu corpo...
Quero respirá-lo contigo!
Quero senti-lo quente, como o teu corpo,
colado junto comigo!
Calor que roubo sem pudores,
em nossas noites de amor e de desejos...
Quero estar contigo a sós,
tão a sós como se estivesse só, só comigo!
Ou como se você estivesse só, só contigo!
Como se juntos, fossemos um só ser!
Quero você tanto, tanto,
que vivo o seu viver!
Que choro as tuas dores, como se minhas fossem...
Que sinto nos lábios o sal em tuas lágrimas,
e banho meu peito com teu pranto!
Amo você tanto, tanto,
que suas alegrias produzem os meus sorrisos...
Que sinto o que sente o teu peito,
que bate em um só ritmo, com o meu coração...
Amo você tanto, tanto, que não sinto solidão!
Pois eu tenho você sempre comigo,
dentro da alma,
dentro do coração!
Abrasando o sangue de minhas veias,
iluminando os meus caminhos,
mostrando-me para os passos as direções...


Edvaldo Rosa
www.sacpaixao.net
12/09/2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Lei nº 13.948/2005.

Senha de horário nos bancos.
Aos amigos,

Vivi essa semana uma experiência que confirmou uma suspeita.

Há cerca de um mês eu entrei no Banco Itaú para fazer um pagamento e, quando vi o tamanho da fila, pensei: 'Vou ficar horas aqui dentro'.

Foi quando me lembrei da lei que entrou em vigor na capital paulista (e no Brasil), que regula o tempo máximo de espera em fila bancária. Salvo engano, são 20 (vinte) minutos em dias normais, e 30 (trinta) em dias de pagamento de pensionistas do INSS.

Assim sendo, solicitei a um funcionário a senha com o horário de entrada na fila, pois se o tempo excedesse, eu encaminharia o papelucho para a prefeitura multar o banco.

Entrei na fila, e notei que de repente aquele som que sinaliza caixa desocupado, começou a tocar com maior freqüência, e a fila foi diminuindo rapidamente.

Quando cheguei ao caixa, ele solicitou a senha para autenticar, e eu fiquei intrigado. No meio de tantos clientes, como ele sabia que a senha estava comigo?

Examinei então os dois horários, entrada e saída e constatei que foram 17 minutos de fila. Eu esperava ficar mais de uma hora.

Percebi que quando eu pedi a senha, o gerente colocou mais caixas e o atendimento fluiu rapidamente.

Hoje, fui novamente ao mesmo banco e dei de cara com a mesma fila imensa. Não tive dúvida. Procurei um funcionário e pedi a senha. Ele, fazendo cara de bobo, perguntou:
- Que senha? Não tem senha. Entre na fila.

Eu insisti.

Ele disse que não sabia de senha alguma...

Procurei os caixas e notei uma plaquetinha discreta que dizia: 'Se necessitar senha, solicite ao caixa'.

Pedi a senha ao caixa, e ele fez outra cara de bobo e disse:
- Que senha?
Parece que os funcionários já estão treinados a não fornecer a senha.
Então eu exigi:
- A senha que diz o horário que eu entrei na fila. É lei...
O caixa meio contra vontade forneceu a senha e eu entrei na fila.

No início continuou lenta, quase não andava.
De repente, o mesmo fenômeno, começou o som que não parava mais, e a fila foi rapidamente diminuindo.

Quando cheguei ao caixa, desta vez não foi surpresa, ele pediu a senha pra autenticar, e após a autenticação, ele se virou para uma senhora que circulava por trás dos caixas, com cara de gerentona, e em resposta à pergunta dela de...'E aí? Tudo bem?'
O caixa respondeu:
- BELEZA.

Matei a charada! 'BELEZA' foi a constatação que o caixa fez.

Fui atendido em 14 (quatorze) minutos.

E a gerentona então deu um sinal que eu entendi que seria para alguns dos caixas voltarem para os locais de onde foram retirados para atender ao público.

MORAL DA HISTÓRIA - Existe sim um número de funcionários nos bancos, suficiente para atender dignamente o público, porém eles são desviados para outras funções mais lucrativas, tais como vender seguro por telefone, enquanto os idiotas dos clientes ficam na fila.

Eu não fico mais.

Cada vez que entrar em um banco, exija sua senha com o horário. Vamos lutar por esse direito obtido.

Não sejamos bobos...

É só a gente divulgar e insistir para a lei ser cumprida.

AFINAL ELES NÃO NOS POUPAM, cobram Encargos, Tarifas, Cestas, Taxas, todas abusivas tornando os Banqueiros os homens mais ricos do Planeta.

Se gostou, NÃO se esqueça de repassar a seus contatos!!!!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA



Íntegra do Manifesto em Defesa da Democracia, que tem entre os signatários o jurista Hélio Bicudo, o cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, o poeta Ferreira Gullar, o ator Carlos Vereza e o historiador Marco Antonio Villa.

“Em uma democracia, nenhum dos Poderes é soberano.

Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.

Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, os inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático.

É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.

É inaceitável que a militância partidária tenha convertido os órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.

É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle.

É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais nem mesmo em fingir honestidade.

É constrangedor que o Presidente da República não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há ”depois do expediente” para um Chefe de Estado. É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. Ele não vê no ”outro” um adversário que deve ser vencido segundo regras da Democracia , mas um inimigo que tem de ser eliminado.

É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses.

É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, com o fim da inflação, a democratização do crédito, a expansão da telefonia e outras transformações que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.

É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É um escárnio que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário.

Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para rasgar a Constituição e as leis. Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las. É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo.

Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.

Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos”.


Fonte: www.defesadademocracia.com.br, acessado em 27/09/2010.

PASSEATA RAUL SEIXAS 2011



21 de agosto de 2011 (Domingo), concentração a partir das 12 h em frente do Teatro Municipal de São Paulo, Praça João Mendes; saída da passeata em direção à Praça da Sé, às 18 h.

sentindo sentidos

Verdade, os cinco sentidos se fundem,
se confundem numa dança misteriosa e imperceptível,
mas tangível a menor variação de nosso amor próprio.
O solilóquio na tristeza pode ser um discurso na euforia.

Bem, eu diria que não somos órgãos separados,
mas pedaços combinados para juntos sermos total,
afinal, quem nos criou sabe tudo, duvida?
Da vida até a morte está tudo programado.

Mas não quero falar desse longo assunto,
mas junto aos sentidos senti-los a vida talhar,
falhar ao sorrir pelos olhos, dizer com as mãos,
senão não seriamos um todo, mas alguma coisa.

Quando a alegria nos ataca, logo os olhos brilham,
fincam em nosso rosto o sorriso que vem a seguir.
Deglutir o bife acebolado que seu perfume delata,
relata que o olfato come bem antes que o paladar.

E quando o olhar pousa em foto recente ou antiga,
ativa o perfume das flores lá eternizadas.
Tateadas as escuras as coisas são vistas pelas mãos,
ou então como faríamos para achar os fósforos e a vela?

É somos uma criação perfeita e completa,
por horas discretas, por outras extravagantes,
insinuantes, muitas vezes empertigadas,
mas malfadadas ao nos sentirmos superiores.

O ser humano só será um todo, completo
se tiver, mesmo que discreto, um amor escondido,
fundido dentro da alma, ligado ao coração,
a emoção é mola mestra que atesta que somos viventes.

domingo, 26 de setembro de 2010

EDUCAR É UMA AÇÃO...



Educar é uma ação...

Nestes dias que correm, o ato de educar tem esbarrado em dilemas ligados a propósitos e a métodos de ensino e aprendizagem.
No que se refere aos propósitos, sempre estão embasados em altos níveis de expectativas, a saber, entre outros:
Inclusão do educando na sociedade, com uma bagagem que o torne apto e atuante, de forma que possa destacar-se e progredir dentro desta mesma sociedade.
Dar atenção a cada educando, como individuo, respeitando todas as suas peculiaridades, tanto culturais quanto pessoais.
Fazer valer dentro de sala de aula a participação de cada aluno, numa interação sempre constante entre alunos e professores.
Fica em mim a impressão de que os objetivos ultrapassam as capacidades tanto de alunos quanto dos professores, visto que ambos carecem de um maior preparo e empenho, para a consumação de tais objetivos.
No que tange aos educandos, sinto que estão muito fragilizados em sua constituição como pessoas e assim, não compreendem a totalidade daquilo que lhes é proposto.
Quanto aos mestres, mesmo apoiados em anos de preparo para o magistério, deparam-se com uma realidade que foge ao seu domínio e possível entendimento.
As políticas governamentais para a educação são sempre ambiciosas demais, com muitos requintes e detalhes que estão fora da realidade daqueles a quem se destinam.
O problema maior esta apoiado na qualificação escolar pretérita de cada aluno, qualificação esta que foi construída mediante ás políticas governamentais anteriores para a educação.
Qualificação que esbarrou em vários problemas inter-relacionados, entre os quais:
Vontade de cada aluno e seu empenho em aproveitar a permanência dentro do ambiente escolar ao máximo e na outra ponta o apoio dos pais e participação destes na vida escolar dos próprios filhos.
Faço esta generalização sem medo de errar, consciente de que existem exemplos de participação de alunos e pais no processo de aculturamento e aprendizagem de nossos jovens.
E sim, creio que educar é uma ação, uma ação em constante modificação e aprimoramento, mas ao mesmo tempo me pergunto; Qual o modelo educacional que queremos para nossos filhos?
E mais, Quem são os nossos filhos, ou como estão estruturados, para enfrentar os desafios dos dias que correm nesta sociedade tão competitiva e desigual?
Educar é assim uma ação coletiva em que a participação também é coletiva, onde pais e escola são ou deveriam ser parceiros intimamente ligados...
Esta ação de educar fica sempre prejudicada quando aqueles que deveriam exercê-la não têm um relacionamento franco e aberto, onde objetivos estejam consoantes com métodos...
As escolas, por exemplo, depara-se com realidades que são em sua maioria desconhecidas pelos pais, a respeito dos próprios filhos...
Os pais a seu tempo, deparam-se com conceitos educacionais aos quais desconhecem e por falta de engajamento com a rotina escolar, no que tange ao conteúdo programático da escola, e estranham... Pior ainda, pais e escolas estão se estranhando mutuamente.
Uma possível solução para estes dilemas reside em meu pensar em dois pontos:
Que os pais saibam realmente quem são os filhos.
Que os pais saibam realmente o que as escolas procuram ensinar.
Existe como conseqüência das adversidades da vida cotidiana um alheamento nos pais no tocante aos próprios filhos... Os nossos filhos são muito mais do que apresentam dentro de nosso ambiente familiar!
E as escolas têm sido usadas como depósitos para problemas familiares, sociais, que não são objetos de sua alçada e competência. Não obstante todo o empenho de professores e diretores na equalização destes problemas...
Sim, educar é uma ação!
Será que estamos todos, pais, filhos, escolas conscientes de sua importância?
Em certo sentido eu penso que não!
No momento em que todos nós, fizermos o nosso melhor, estaremos mais conscientes da importância da ação de educar...
Penso que estaremos neste patamar de entendimento, quando por um lado, tivermos plena consciência de quem são os nossos filhos, o que querem, o que pensam e o que sentem...
Quando os nossos filhos souberem quem somos enquanto pais e os objetivos que almejamos...
Quando pais e filhos estiverem abertos para os desafios em nossa sociedade contemporânea e trabalharem juntos para vencer tais desafios...
E também é importante sabermos que a educação é uma ação política, e que governos são políticos...
Educar é uma ação...
Como estão sendo, efetivamente, empreendidos os nossos esforços na ação sempre constante e dinâmica de educar?

Edvaldo Rosa
www.sacpaixao.net
16/09/2010

sábado, 25 de setembro de 2010

Sobre a obra que ilustra o blog


Há tantas figuras que retratam pictoricamente a filosofia que, quando se pensa em escolher alguma para enfeitar um blog, por exemplo, corre-se o risco de não saber qual fica melhor - ou seja, qual faz a melhor composição e qual carrega o significado que se pretende dar ao conjunto figura-textos.

Muitos leitores do blog devem estar bastante familiarizados com “A morte de Sócrates”, de Jacques-Louis David, pintada em 1787. No cabeçalho do blog vemos um detalhe da obra, com as cores e a iluminação editadas para realçar Sócrates e a taça de cicuta. A obra original pode ser vista aqui.

Gosto muito dessa obra neoclássica. Ela não é apenas “sobre” um filósofo (Sócrates) no momento em que vai realizar sua última ação em vida (a ingestão da cicuta). A obra é também reveladora do ser da filosofia.

Não creio que seja necessário explicar detalhadamente quem era Sócrates, o que fazia, o motivo de ser condenado. Se você não sabe, leia aqui.

O que me interessa na imagem é que ela capta o momento em que surge a filosofia: o momento em que Sócrates terá a cicuta em suas mãos e diz suas últimas palavras - o momento em que o homem é consciente de sua finitude e, por meio da linguagem, compreende e afirma, positivamente, o que significa ser homem.

A obra propõe que a filosofia acontece no levar a cicuta à boca. O tempo mínimo e precioso entre o segurar a taça e o beber o veneno – é esse o tempo inalienável da filosofia.

É por isso que gosto tanto de “A morte de Sócrates”: porque mostra, de modo simples e elegante, o momento da filosofia.
Fonte: oficina de filosofia

quarta-feira, 22 de setembro de 2010



PARTICIPE DO CONCURSO DE POESIAS PROMOVIDO PELO
BLOG COLIGAÇÃO POETICA
ACESSE:
www.coligacaopoetica.blogspot.com

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Tom Maior escolhe samba enredo sobre São Bernardo


São Bernardo do Campo será homenageada em samba-enredo pela Tom Maior em 2011 - Extraído do Programa J+ Jornal - Rede TV+ - 19/03/2010 - Tempo: 02´40"


Enredo: Salve, Salve São Bernardo, pedaço do meu Brasil, terra-mãe dos paulistas

Compositores: Chiquinho LS, César Ramos, Dico Tom 30, Ricardo e J. Osasco


Meu canto vai ecoar... amor
Sou Tom Maior de coração
Bate forte no meu peito, São Bernardo
Nas cores do meu pavilhão

Em nome do pai
Cruzou a mata o colonizador
Na trilha do grande guerreiro
Destemido caçador
De um grande amor
Dessa união, a terra-mãe nasceu
Solo abençoado pelos jesuítas
A caminho do mar
Da imigração
A formação desse povo vencedor
Que nunca trabalhou em vão
Nesse lindo pedaço da nação

Uma catedral era a natureza
Chora represa, a fonte da vida
Vamos pôr a mão na consciência
Pro futuro, preservar é a saída

É você, a cidade que embala as crianças
É você, pra cultura um “eco” de esperança
Ah! quanta saudade
Dos tempos da Vera Cruz
Dá água na boca esse tempero
A força nordestina te conduz
Do carro tu és a capital
Berço moderno da força social
Brilha-lá, bem no alto uma estrela
Brilhou-lá iluminando o nosso país
Quem lutou por um ideal
Sem medo de ser feliz


****************************************

"Em nome do pai
Cruzou a mata o colonizador
Na trilha do grande guerreiro
Destemido caçador
De um grande amor
Dessa união, a terra-mãe nasceu
"

"Entre os antigos povoadores, os que mais serviços prestaram à colonização do Brasil foram Caramuru e Ramalho... João Ramalho vivia nos campos de Piratininga onde mais tarde foi fundada a Vila de São Paulo... ambicioso e violento, estava sempre em conflito com os jesuítas, porque comandava os índios nas guerras contra as tribos inimigas, para adquirir escravos e vendê-los no povoado".

(BORGES HERMIDA, Antonio José, "Compêndio de História do Brasil", Companhia Editora Nacional, 1971).

"Os vários cronistas acusam-no de ser um contrabandista, degredado, traficante de índios... além de chamá-lo simplesmente de náufrago e aventureiro".

(GAIARSA, Octaviano A. "A cidade que dormiu três séculos - Santo André da Borda do Campo; seus primórdios e sua evolução histórica: 1553-1960")


PARA SABER MAIS: http://www.abcdmaior.com.br/, CIDADES, 19/09/2010 - Carnaval, http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=23685, acessado em 20/09/2010.

sábado, 18 de setembro de 2010

Mantenha a calma




Mantenha a calma, tenha paciência e perceba as coisas que estão acontecendo ao teu redor. A felicidade em viver é observar esses instantes mágicos, que nos enchem o coração de alegria e nos anima por dentro.

Segue seu dia, viva um de cada vez e as coisas vão acontecer naturalmente. Lembre-se sempre das tuas qualidades e do teu modo de enfrentar a luta do seu dia-a-dia.

Aproveite o dia de hoje para avaliar o teu ontem... Vai ver que seu amanhã será muito mais significativo em todos os sentidos.

Nossa luta é constante, precisamos estar fortes energizados de amor, carinho e muitas esperanças.

Faça tua parte, e vá à luta. O melhor ainda está por vir.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Cuba - nem com a burocracia nem com a burguesia



Neste mês de setembro de 2010, Fidel Castro deu uma entrevista ao jornalista Jeffrey Goldberg da revista "The Atlantic", onde aponta o "fracasso do sistema" cubano, a imprensa nacional e internacional não fala de outro assunto que não seja a declaração do Fidel.
Hoje estou trazendo um excelente texto polêmico do Dalmo Duarte do Espaço Socialista, para ampliar a nossa reflexão sobre o tema, uma boa leitura à todos!

Manoel Hélio
poeta




Cuba - nem com a burocracia nem com a burguesia.


Texto de Dalmo Duarte


De tempos em tempos Cuba ressurge no noticiário e cada vez que isso acontece chove todo tipo de polêmica entre os militantes da esquerda, um sinal de que o tema está longe de ter um consenso. A proposta do presente texto é propor uma reflexão distinta das que se apresentaram até o momento entre os militantes da esquerda brasileira. Trata-se de uma reflexão pessoal e não do Espaço Socialista, uma vez que esse debate segue em aberto na organização, para o qual esse texto também serve como contribuição.


Um tema complexo


Cuba, um pequeno país no Caribe, com uma economia predominantemente agrária e uma indústria pífia e quintal dos Estados Unidos (onde se praticava todo tipo de sujeira) foi testemunha de uma magnífica ação revolucionária dos trabalhadores que resultou, forçosamente, na expropriação da burguesia alocada naquele país e expulsão dos agentes americanos que praticamente mandavam no país.

Revolução que, com a estatização dos meios de produção, proporcionou escola e saúde gratuitas para a população, destaque em várias categorias esportivas, etc. A direção política desse processo é o que se convencionou chamar de castrista e serviu de referência para várias gerações de militantes em todo o mundo que tinha como base de sustentação um movimento popular muito aguerrido, ou seja, não tinha a classe operária como vanguarda. O poder foi desde o início exercido pelo setor militar do movimento 26 de julho. Uma revolução que fugia do "modelo" que "muitos marxistas" procuravam.

Para muitos a queda do Muro e dos Estados do Leste também significaria o fim de Cuba, mas para surpresa também de muitos, Cuba continua a causar polêmica. Ocorre que essas polêmicas, no campo da esquerda, tem representado pouco coisa nova, uma vez que a maioria a faz com as fórmulas prontas, como se fosse possível encaixar a realidade nas concepções de cada uma das forças. Aqui procuramos partir da negação de fórmulas prontas e estáticas, próprias dos mecanicistas.

Além das questões colocadas acima há outro elemento que é o fato de que a discussão está para além de Cuba, pois envolve as tarefas e desafios para o período de transição capitalismo-socialismo-comunismo, tema muito pouco teorizado pelos grandes teóricos do marxismo. Essa é sem dúvida uma grande dificuldade desse tema e que tem levado a que muitos se percam nas discussões. Como o tema é demasiado amplo esse artigo busca tão somente discutir o caráter do Estado e do regime político que vige em Cuba.


As caracterizações da esquerda


No campo da esquerda temos várias caracterizações sobre o caráter do Estado cubano. Para um setor da esquerda que tem, entre outros, o PCB, MST, Cuba é um país socialista, pois o controle da economia está nas mãos do Estado e tudo que os irmãos Castro fazem se enquadra na necessidade de que a revolução seja -e, segundo eles, é preciso ser- defendida dos ataques do imperialismo e das forças contra revolucionárias. Essa posição trata com sinal de igual a defesa da revolução com a defesa do governo liderado por Raul Castro. É a mesma que defendiam em relação a ex-União Soviética e outros Estados pós-capitalistas.

Outra posição que é defendida pela maioria dos grupos de tradição trotskista é de que Cuba é um Estado operário burocratizado ou degenerado. Essa posição no Brasil é defendida por correntes como LBI e LER, mas foi melhor sistematizada por essa última corrente. Defendem esse conceito porque com a "expropriação da propriedade privada e a planificação da economia, se instauraram o monopólio do comércio exterior, e se constitui o primeiro Estado operário, ainda que deformado (...), pois a "não tinha uma estratégia baseada na luta pelo desenvolvimento dos organismos de democracia operária, os soviets, e na centralidade desta classe e seus métodos."

A partir dessa conceituação iniciam um esforço para provar suas palavras. Para eles o Estado é operário porque 73,07% das empresas são estatais (controladas diretamente pelo Estado e mais as cooperativas), nas quais se concentra 60,95% da população economicamente ativa, e ainda, porque nas empresas controladas diretamente pelo Estado (20,27%) encontra-se 42,42% da força ativa. Os demais trabalhadores (18,53%) atuam nas Unidades Básicas de Produção Cooperativa também sob controle estatal. Assim, a expropriação da burguesia, o monopólio do comércio exterior, o controle estatal dos meios de produção e a planificação econômica formam a base do Estado operário. A deformação do Estado ocorre por conta da falta de democracia e o controle político do Estado é exercido por uma burocracia. A próxima revolução deveria se concentrar na política com uma reformulação das instituições políticas.

Nessa definição há vários problemas, sobretudo pela unilateralidade dos próprios dados que os autores fornecem. É como se não houvesse nenhuma contradição, como a existência de empresas privadas e trabalhadores submetidos ao capital privado não representasse nada, como se o fato de a planificação ser burocrática também não ter nenhuma importância, elementos essenciais para a discussão de qualquer tema. Nenhum objeto pode ser conhecido se não se conhece o seu oposto.

Pensando pela política desse Estado afirmam que as conquistas da revolução de 59, ainda que tenham se deteriorado, não foram extintas, pois "tendo ainda elementos de monopólio do comércio exterior e de planificação econômicas vigentes, coloca a população de Cuba em melhores condições de vida que muitos países capitalistas...."

Desprezando completamente os dados relativos a empresas e trabalhadores que não tem vinculação com o Estado, a conclusão que tiram, a partir desses dados, é de que o Estado é operário. Um problema teórico de maior envergadura é resolvido por equações matemáticas e uma confusão absurda da categoria dialética de quantidade e qualidade, como se fosse possível atribuir arbitrariamente valores a essas categorias. Entendemos o por que, pois se colocam esses elementos na análise não teriam como justificar tal conceito.

Como toda caracterização tem suas conseqüências, a da LER resulta que em Cuba está colocado a necessidade "de um programa de revolução política, que derrube a burocracia castrista e instaure os organismos de auto-determinação das massas, e se combine à reconquista dos logros sociais corroídos pela burocracia, ou seja, basta a mudança do regime burocrático (que realmente seria uma conquista) para que o Estado seja agora autenticamente revolucionário.


Quais os problemas e confusões dessa conceituação?


Porque não é Estado operário: Um Estado operário pressupõe antes de tudo que é a classe operária -e não outra- que detém o poder político e econômico, mesmo que de forma indireta poderíamos aceitar tal conceituação. Ocorre que em Cuba a classe operária nunca esteve no poder.

A revolução cubana, pelo tamanho e importância, teve como conquistas fundamentais a sua libertação nacional (se livrando do jugo imperialista) e a expropriação da burguesia, com a estatização dos meios de produção, ou seja, a passagem do poder econômico para as mãos do Estado. Mas o detalhe fundamental é que esse Estado não estava (e não está) sob controle dos trabalhadores e sim nas mãos, nas palavras dos companheiros da LER, do "partido-exército", órgão que representa politicamente a burocracia. A classe operária não está no poder. A pergunta que fica é como uma revolução que não tem a classe operária e nem as suas organizações como sujeito político e social pode desembocar em um Estado operário? É possível um Estado operário sem a classe operária e suas organizações no poder? Estado operário só pode existir se a classe operária e suas organizações tiverem o controle não só do Estado, mas também dos meios de produção.

O caráter da revolução cubana é, portanto, anti-imperialista, pois chegou até a expropriação da burguesia, mas não avançou ao socialismo e ao poder da classe operária.

2) Planificação burocrática e socialismo: Para os defensores da tese de "Estado operário burocratizado" é secundário que a planificação seja burocrática, processo em que a classe operária não tem nenhuma participação (a não ser da execução que é compulsória). A planificação trata-se de um plano em que são decididos o que e como produzir, a distribuição, o consumo, enfim tudo que diz respeito às bases econômicas do Estado. Ela pode ser democrática, quando está sob controle dos trabalhadores ou burocrática quando é a burocracia quem a controla. Em Cuba toda a planificação é feita pela burocracia e de acordo com os seus interesses. A planificação é essencial no processo de transição ao socialismo/comunismo e por isso o seu modo deve ser o democrático, que é a expressão da democracia operária no controle da vida social e política. Ocorre que em Cuba a planificação era e é burocrática, feita de cima para baixo, de forma impositiva aos trabalhadores e ao povo.

Outro elemento dessa planificação é que está voltada para impor uma acumulação de capital que fica sob controle da burocracia e para isso há de fato uma apropriação do excedente produzido que é destinado aos privilégios da burocracia cubana. A alienação no processo produtivo é reproduzida da mesma forma que nas economias capitalistas clássicas, etc.

O socialismo necessariamente depende de uma economia planificada democraticamente e sob controle da classe operária, de maneira de que tudo que se produz deve ser decidido pelo conjunto dos trabalhadores. O grau de democracia na planificação é a medida da forma como se exerce a democracia operária.

3) Socialização e estatização: O controle da propriedade privada pelo Estado (ainda que seja uma vitória) não é suficiente para caracterizá-lo como operário, pois mesmo em economias capitalistas há situações em que o Estado tem controle importante sobre a economia e as empresas. A estatização não é suficiente (mas um meio) para se combater todas as relações econômicas-sociais herdadas do capitalismo. Diferente é a socialização dos meios de produção que significa que se modificam todas as relações sociais na sociedade e também na própria relação entre o operário e os meios de produção. Na socialização são os trabalhadores que tem -diretamente -o controle (e administração) dos meios de produção ao passo que em uma economia estatizada o Estado é uma mediação entre o trabalhador e o meio de produção, ou seja, o Estado atua como um administrador.

A socialização é a melhor expressão da democracia operária e do poder operário porque se acabam as mediações entre o trabalhador, o trabalho e os meios de produção. São os trabalhadores organizados como classe dirigente.

Novas formas de exploração e alienação: com a manutenção do controle dos meios de produção pelo Estado este centraliza a distribuição da massa da mais-valia, que atende não os interesses da sociedade, mas da burocracia que a controla. Parte importante, que deveria voltar para a sociedade, é destinada ao pagamento de salários muito maiores para os burocratas e seus aliados (que nada produzem), aos privilégios e bens de consumo que a maioria da população não tem acesso. A apropriação não é um elemento secundário porque ela estabelece relações sociais características de regimes de exploração uma vez que se alguém se apropriou de algo sem trabalhar é porque o trabalho de outro não é livre de exploração. Em vez de adotar medidas que vão paulatinamente acabando com o assalariamento esses Estados, pelo contrário, aprofundam essa relação. As sociedades de transição não acabam de imediato com leis tipicamente capitalistas, como o valor e a mais valia. Por isso é de transição e por isso é um processo. Na sua jornada de trabalho o operário produz um valor excedente que fica nas mãos dos donos dos meios de produção. O problema é que nesses Estados, e em Cuba, o sobretrabalho é apropriado pelo Estado que é o patrão.

Essa caracterização de estado operário burocrático é também unilateral porque só leva em conta a forma jurídica da propriedade, desprezando um elemento essencial que são as relações de produção (relação entre o produtor e o apropriador da riqueza) que ocorrem nessas sociedades. A definição de um Estado ocorre principalmente pelas suas bases materiais e econômicas, sobre as quais desenvolvem superestruturas políticas e jurídicas. Assim um Estado operário só poderá se desenvolver quando os trabalhadores puderem exercer diretamente o poder político-econômico estabelecendo assim uma relação dialética entre as relações de produção, em que os trabalhadores são os "produtores organizados", e o caráter social e político da propriedade.


Cuba burguesa?


Outra posição em relação a Cuba que consideramos equivocada (defendida pelo PSTU e a sua internacional, a LIT) é a de que em Cuba já está em vigência o capitalismo, ou seja, um Estado burguês atípico que "surgiu como produto da restauração do capitalismo em um Estado operário" (marxismo vivo nº 14,pg.11). O regime é definido como bonapartista e ditatorial, ou seja, uma ditadura burguesa. E mais: considera que Cuba está em um processo de recolonização encabeçado pelo imperialismo europeu.

As bases para a fundamentação de que em Cuba já operou a restauração são: o fim do monopólio do comércio exterior pelo Estado, o fim da planificação (dissolução da junta central de planificação) e o fim da estatização dos meios de produção que ocorre pela privatização controlada pelo capital do imperialismo europeu. Os fatos que apresentam resumem-se a apontar alguns setores da economia cubana (exploração de petróleo, minério de ferro e outros) são controlados por empresas mistas entre o Estado cubano e o capital estrangeiro).

Se o artigo da LER leva em consideração só os dados da economia que estão sob controle do Estado, o PSTU não leva em conta nem os que estão sob controle do Estado. A omissão de dados nesse caso é a única forma de justificar sua posição de que Cuba é capitalista. Portanto, um conceito sem nenhum amparo na realidade. Nesse sentido os dados apresentados pela LER poderiam ser esclarecedores para os companheiros.

Como dissemos anteriormente, quem controla toda a economia e a política em Cuba é uma burocracia formada pelos dirigentes do PC cubano, funcionários graduados do Estado, do exército e outros tantos dirigentes sindicais e de organizações populares controladas pelo PC cubano. Uma burocracia que tem privilégios, oprime e explora os trabalhadores e controla toda a economia cubana. Esse é o poder em Cuba.

Devemos esclarecer que não entendemos a burocracia como uma classe social e nem dona dos meios de produção (por isso não é classe social), mas tão somente um setor ou uma casta que se apropriou do aparato estatal de Cuba e se alimenta materialmente dele. Nas palavras de Trotsky: "uma casta social privilegiada e dominante no pleno sentido desses termos". Já uma classe social ou tem os meios de produção ou tem a mercadoria -força de trabalho- que faz funcionar esses meios de produção e esse não é o caso de Cuba, pois quem é dono dos meios de produção é o Estado.

A burguesia é uma classe social "concreta", formada por homens e mulheres que são donos ou donas dos meios de produção e para dizer que um Estado é burguês também é preciso apontar que papel a burguesia cumpre nas relações de produção. No Brasil podemos apontar Setúbal, Antonio Ermírio; nos Estados Unidos os Rockfeller. E em Cuba que burguês o PSTU apresenta?

Os acordos (que resultam nas empresas de economia mista) que a burocracia tem com o imperialismo -seja estadunidense ou europeu- não alteram o caráter do Estado, que continua sendo dominado pela burocracia, ainda que a dinâmica aponta para o processo de restauração capitalista. Mas isso ainda não se efetivou porque a burguesia nem tem o controle da economia e nem o controle direto do poder político.

Para o PSTU é secundário o fato de que em Cuba não haja burguês, pois para eles "a economia funciona segundo as leis capitalistas de mercado"(Correio Internacional 157). Absurda tal afirmação, porque esse nunca foi o critério para definir um Estado como capitalista ou operário e depois porque não se encontra em nenhum lugar dos clássicos que com a revolução se acaba com as leis de mercado, pois o período de transição para o capitalismo é exatamente para que se acabe com os resquícios da lógica capitalista. Se fossem coerentes, então todos os Estados pós revolução do século XX seriam capitalistas (Rússia, China, etc). As "leis capitalistas" só acabarão definitivamente com o comunismo.


Que é cuba?


As posições contra as quais debatemos tem em comum o fato de verem as coisas sob a ótica da lógica formal, de modo que ou o Estado é operário (deformado) ou é burguês. Posições simplistas e mecânicas que não atentam para a complexidade que significou o surgimento da burocracia nos processos revolucionários e sobretudo o seu desenvolvimento.

Todos tem acordo em que a revolução cubana realizou tarefas importantes no marco da independência nacional, inclusive indo além (contra a vontade da burocracia) e expropriando a burguesia, que logo se refugiou em Miami. As diferenças começam quando damos movimento aos conceitos, pois, para nós, a revolução cubana não significou que o poder fosse para as mãos da classe operária, pelo contrário, a classe operária permaneceu alijada do poder. A ausência da burguesia, a classe operária sem o poder, os meios de produção sob controle do Estado e o controle da burocracia sobre este nos colocam um novo fenômeno, o qual que precisamos analisar sob a luz do marxismo, que de pronto rejeita os esquemas. Uma nova realidade deve também ser encarada como uma nova perspectiva.

Assim, o estado cubano não é nem operário (deformado ou não) e muito menos já avançou para ser capitalista. Caracterizamos o Estado cubano como burocrático, não capitalista. Não capitalista porque os meios de produção não estão sob controle burguês. Burocrático porque os meios de produção estão sob controle estatal e o domínio do Estado está nas mãos de uma burocracia que nasceu junto com a revolução. "...o fato mesmo de que se tenha se apropriado do poder em um país onde os meios de produção mais importantes pertencem ao Estado, cria entre ela [a burocracia] e a riqueza da nação, relações inteiramente novas. Os meios de produção pertencem ao Estado. O Estado "pertence", de certo modo, à burocracia..." (Revolução traída. Trostky ).

Não participamos da concepção de que a burocracia seja uma nova classe, pois a burocracia não tem "direitos particulares em matéria de propriedade (...) os privilégios da burocracia são abusos. (...) sua apropriação de uma parte imensa da renda nacional é um fato de parasitismo social" (Revolução traída. Trostky ). O fato de que a burocracia não seja uma classe social não quer dizer, pelo contrário, que ela não realize apropriação da mais valia produzida pelos trabalhadores cubanos. O controle da política e do Estado, por ser dono dos principais meios de produção, lhe dá a prerrogativa de centralizar a mais valia e distribuí-la de acordo com os interesses da burocracia dirigente.

A extração da mais valia pelo Estado é o que determina as relações sociais na sociedade cubana e constitue relações de produção que oprimem e exploram os trabalhadores cubanos. Essa base que sustenta a burocracia é a mesma que empurra Cuba para a restauração capitalista.


As consequências das caracterizações


De toda caracterização deriva uma política. No caso daqueles que consideram que Cuba é um Estado operário burocrático a política é voltada para modificar a relação política que existe no interior do Estado. Por isso formulam um programa que ataca (corretamente) os elementos antidemocráticos, com reivindicações democráticos (legalização dos partidos de esquerda, por exemplo) combinada com outras que interrompam o curso restauracionista. São reivindicações corretas, mas se colocam nos limites do regime econômico comandado pela burocracia. Trata-se de "reformas" que não questionam a exploração e opressão levada adiante pela burocracia, pois, segundo a LER, em um "Estado operário" não há exploração.

Como o PSTU caracteriza o Estado como burguês e o regime como ditatorial o centro da política são as reivindicações democráticas (burguesas) contra a ditadura cubana: "Por isso reivindicamos amplas liberdades democráticas, inclusive para os opositores burgueses e pequeno-burgueses" (CI157). Essa política é na prática estar ao lado dos gusanos e todo tipo de burguês que defenda "liberdades democráticas" para Cuba.


O que defender?


As conquistas da revolução de 59 estão se perdendo e por conseqüência da política da burocracia - e com esta continuando no poder - logo não existirão mais nenhuma delas. A burocracia é o grande perigo para essas conquistas.

As recentes medidas de abertura do mercado para empresas estrangeiras indicam que a burocracia caminha em direção a restauração capitalista na ilha, mas o faz controladamente de maneira que não perca o controle do processo. A dúvida é se os privilégios e os altos salários da burocracia -principalmente a ala militar- conseguem acumular a ponto de que ela mesma se torne os "novos burgueses" ou se vai prevalecer a restauração com a recondução dos gusanos (burguesia cubana que vive em Miami) ao poder e controle dos meios de produção..

Assim, pensamos que é necessário um programa que responda tanto no aspecto econômico com reivindicações que acabem com a exploração que a burocracia impõe aos trabalhadores e nos casos em que há qualquer tipo de administração privada essas empresas devem ser expropriadas; como no político com reivindicações que garantam o poder aos trabalhadores. Nesse sentido é fundamental que prevaleça a independência de classe, trabalhando na perspectiva de que os trabalhadores se coloquem como sujeito social da revolução. Lutar contra a burocracia cubana, mas com uma posição de classe.

Ao contrário do PSTU não apoiamos a atual dissidência cubana porque ela defende a mesma política do imperialismo tanto estadunidense como europeu. Não acreditamos que seja possível qualquer tipo de aliança com os gusanos assassinos porque seria a mesma coisa que fazer unidade de ação com o imperialismo, como é, na prática a política do PSTU. As "damas de branco" são na prática uma organização pró-imperialista. A nossa solidariedade é aos trabalhadores cubanos que lutam por liberdades democráticas não para que se restaure o capitalismo, mas para recuperar as conquistas da revolução de 1959 que a burocracia está atacando.

Por fim é importante destacar que diante de qualquer ataque do imperialismo aos trabalhadores e povo cubano nos colocamos incondicionalmente ao lado dos trabalhadores cubanos contra o imperialismo.
.
(1) Uma discussão necessária com a LIT/PSTU.
(2) Qual o programa para Cuba? Simone Ishibashi e Thiago Sá.
.
Fonte: Site do Espaço Socialista, acessado em 17/09/2010.



A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE. (ARNALDO JABOR)

O que foi que nos aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos
inexplicáveis, ou melhor,'explicáveis' demais.
Toda a verdade já foi descoberta, todos os
crimes provados, todas as mentiras percebidas.
Tudo já aconteceu e nada acontece. Os
culpados estão catalogados, fichados, e nada rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se
impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira!!!!!!!
Claro que a mentira sempre foi a base do > sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a
verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente,
desfigurada!!!!!!!!
Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma
quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para
tomar o Estado e ficar no poder 20 anos!!!!
Os culpados são todos conhecidos, tudo está
decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as
provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo!!!!!
Questionado ou flagrado, o psicopata não se
responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo,
do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem
remorso nem vergonha do que faz !!!!!
Mente compulsivamente, acreditando na
própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata!!! Seus
membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas.
A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado
em sua imagem de 'povo', consegue transformar a Razão em vilã, as provas
contra ele em acusações 'falsas', sua condição de cúmplice e Comandante em
'vítima'!!!!!
E a população ignorante engole tudo.. Como é
possível isso?
Simples: o Judiciário paralítico entoca
todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois
anos serão julgados os indiciados - nos comunica o STF.

Os delitos são esquecidos, empacotados,
prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização
Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação
ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se
finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo.
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo,
inútil, mas tem de ser escrito...
Está havendo uma desmoralização do
pensamento.
Deprimo-me:
Denunciar para quê, se indignar com quê?
Fazer o quê?'
A existência dessa estirpe de mentirosos
está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as
palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos
blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
A cada cassado perdoado, a cada negação do
óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não
correspondem mais Aos fatos!!!!!
Pior: que os fatos não são nada - só valem
as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de
verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto
Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa
política.
Depois surgiram dois grandes documentos
históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral
da república. São verdades cristalinas, com sol a Pino.
E, no entanto, chegam a ter um sabor quase
de 'gafe'.
Lulo-Petistas clamam: 'Como é que a
Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara!
Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral
não mentiu em nome do PT ? Como ousaram ser honestos?'
Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de
exibicionista'. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram,
filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de 'finesse' do
governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava
chegando....
Mas agora é diferente.
As palavras estão sendo esvaziadas de
sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para
contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma
neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática,
dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que
está se consolidando no horizonte.
Toda a complexidade rica do país será
transformada em uma massa de palavras de ordem , de preconceitos ideológicos
movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o
simplismo.
Lula será eleito por uma oposição mecânica
entre ricos e pobres, dividindo o país em 'a favor' do povo e 'contra',
recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo
atual. Teremos o 'sim' e o 'não', teremos a depressão da razão de um lado e
a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição Mundo x Brasil,
nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula
2 e um Garotinho depois.
Alguns otimistas dizem: 'Não... este
maremoto de mentiras nos dará uma fome de Verdades'!

As 100 melhores Leis de Murphy

1. Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior
maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.

2. Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos.

3. Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do
manual.

4. Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível.

5. Se há possibilidade de várias coisas darem errado, todas darão - ou a que
causar mais prejuízo.

6. Se você perceber que uma coisa pode dar errada de 4 maneiras e conseguir
driblá-las, uma quinta surgirá do nada.

7. Seja qual for o resultado, haverá sempre alguém para:
a) interpretá-lo mal. b) falsificá-lo. c) dizer que já o tinha previsto em
seu último relatório.

8. Quando um trabalho é mal feito, qualquer tentativa de melhorá-lo piora.

9. Acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série.

10. Toda vez que se menciona alguma coisa: se é bom, acaba; se é ruim,
acontece.

11. Em qualquer fórmula, as constantes (especialmente as registradas nos
manuais de engenharia) deverão ser consideradas variáveis.

12. As peças que exigem maior manutenção ficarão no local mais inacessível
do aparelho.

13. Se você tem alguma coisa há muito tempo, pode jogar fora. Se você jogar
fora alguma coisa que tem há muito tempo, vai precisar dela logo, logo.

14. Você sempre encontra aquilo que não está procurando.

15. Quando te ligam: a) se você tem caneta, não tem papel. b) se tem papel
não tem caneta. c) se tem ambos ninguém liga.

16. A Natureza está sempre à favor da falha.

17. Entre dois acontecimentos prováveis, sempre acontece um improvável.

18. Quase tudo é mais fácil de enfiar do que de tirar.

19. Mesmo o objeto mais inanimado tem movimento suficiente para ficar na sua
frente e provocar uma canelada.

20. Qualquer esforço para se agarrar um objeto em queda provocará mais
destruição do que se deixássemos o objeto cair naturalmente.

21. A única falta que o juiz de futebol apita com absoluta certeza é aquela
em que ele está absolutamente errado.

22. Por mais bem feito que seja o seu trabalho, o patrão sempre achará onde
criticá-lo.

23. Nenhum patrão mantém um empregado que está certo o tempo todo.

24. Toda solução cria novos problemas.

25. Quando político fala em corrupção, os verbos são sempre usados no
passado.

26. Você nunca vai pegar engarrafamento ou sinal fechado se saiu cedo demais
para algum lugar.

27. Os assuntos mais simples são aqueles dos quais você não entende nada.

28. Dois monólogos não fazem um diálogo.

29. Se você é capaz de distinguir entre o bom e o mal conselho, então você
não precisa de conselho.

30. Ninguém ficará batendo na sua porta, ou telefonando para você, se não
houver trabalho algum a ser feito.

31. O trabalho mais chato é também o que menos paga.

32. Errar é humano. Perdoar não é a política da empresa.

33. Toda a idéia revolucionária provoca três estágios: 1º. é impossível -
não perca meu tempo. 2º. é possível, mas não vale o esforço 3º. eu sempre
disse que era uma boa idéia.

34. A informação que obriga a uma mudança radical no projeto sempre chega ao
projetista depois do trabalho terminado, executado e funcionando
maravilhosamente (também conhecida como síndrome do: "Porra! Mas só
agora!!!").

35. Um homem com um relógio sabe a hora certa. Um homem com dois relógios
sabe apenas a média.

36. Inteligência tem limite. Burrice não.

37. Seis fases de um projeto: Entusiasmo; Desilusão; Pânico; Busca dos
culpados; Punição dos inocentes; Glória aos não participantes.

38. Conversas sérias, que são necessárias, só acontecem quando você está com
pressa.
39. Não se dorme até que os filhos façam cinco anos.

40. Não se dorme depois que eles fazem quinze.

41. O orçamento necessário é sempre o dobro do previsto. O tempo necessário
é o triplo.

42. As variáveis variam menos que as constantes.

43. Pais que te amam não te deixam fazer nada. Pais liberais, não estão nem
ai para você.

44. Entregas de caminhão que normalmente levam um dia levarão cinco quando
você depender da entrega.

45. O único filho que ronca é o que quer dormir com você.

46. Assim que tiver esgotado todas as suas possibilidades e confessado seu
fracasso, haverá uma solução simples e óbvia, claramente visível a qualquer
outro idiota.

47. Qualquer programa quando começa a funcionar já está obsoleto.

48. Nenhuma bola vai parar em um vaso que você odeia.

49. Só quando um programa já está sendo usado há seis meses, é que se
descobre um erro fundamental.

50. Crianças nunca ficam quietas para tirar fotos, e ficam absolutamente
imóveis diante de uma câmera filmadora.

51. Nenhuma criança limpa quer colo.

52. A ferramenta quando cai no chão sempre rola para o canto mais
inacessível do aposento. A caminho do canto, a ferramenta acerta primeiro o
seu dedão.

53. Guia prático para a ciência moderna: a) Se se mexe, pertence à biologia.
b) Se fede, pertence à química. c) Se não funciona, pertence à física. d) Se
ninguém entende, é matemática. e) Se não faz sentido, é psicologia.

54. O vírus que seu computador pegou, só ataca os arquivos que não tem
cópia.

55. O número de exceções sempre ultrapassa o numero de regras. E há sempre
exceções às exceções já estabelecidas.

56. Seja qual for o defeito do seu computador, ele vai desaparecer na frente
de um técnico, retornando assim que ele se retirar.

57. Se ela está te dando mole, é feia. Se é bonita, está acompanhada. Se
está sozinha, você está acompanhado.

58. Se o curso que você desejava fazer só tem n vagas, pode ter certeza de
que você será o candidato n + 1 a tentar se matricular.

59. Oitenta por cento do exame final que você prestará, será baseado na
única aula que você perdeu, baseada no único livro que você não leu.

60. Cada professor parte do pressuposto de que você não tem mais o que
fazer, senão estudar a matéria dele.

61. A citação mais valiosa para a sua redação será aquela em que você não
consegue lembrar o nome do autor.

62. Caras legais são feios. Caras bonitos não são legais. Caras bonitos e
legais são gays.

63. A maioria dos trabalhos manuais exigem três mãos para serem executados.

64. As porcas que sobraram de um trabalho nunca se encaixam nos parafusos
que também sobraram.

65. Quanto mais cuidadosamente você planejar um trabalho, maior será sua
confusão mental quando algo der errado.

66. Tudo é possível. Apenas não muito provável.

67. Em qualquer circuito eletrônico, o componente de vida mais curta será
instalado no lugar de mais difícil acesso.

68. Qualquer desenho de circuito eletrônico irá conter: uma peça obsoleta,
duas impossíveis de encontrar, e três ainda sendo testadas.

69. O dia de hoje foi realmente necessário?

70. A luz no fim do túnel, é o trem vindo na sua direção.

71. A vida é uma droga. E você ainda reencarna.

72. Se está escrito "Tamanho Único", é porque não serve em ninguém.

73. Se o sapato serve, é feio!

74. Nunca há horas suficientes em um dia, mas sempre há muitos dias antes do
sábado.

75. Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar o telefone.

76. A beleza está à flor da pele, mas a feiúra vai até o osso!

77. A informação mais necessária é sempre a menos disponível.

78. A probabilidade do pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é
proporcional ao valor do carpete.

79. Confiança é aquele sentimento que você tem antes de compreender a
situação.

80. A fila do lado sempre anda mais rápido.

81. Nada é tão ruim que não possa piorar.

82. O material é danificado segundo a proporção direta do seu valor.

83. Se você está se sentindo bem, não se preocupe. Isso passa.

84. No ciclismo, não importa para onde você vai; é sempre morro acima e
contra o vento.

85. Por mais tomadas que se tenham em casa, os móveis estão sempre na
frente.

86. Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda, e o que não sai.

87. Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada.

88. Você sabe que é um dia ruim quando: O sol nasce no oeste; você pula da
cama e erra o chão; o passarinho cantando lá fora é um urubu; seu bichinho
de cerâmica te morde.

89. Por que será que números errados nunca estão ocupados?

90. Mas você nunca vai usar todo esse espaço de Winchester!

91. Se você não está confuso, não está prestando atenção.

92. Na guerra, o inimigo ataca em duas ocasiões: quando ele está preparado,
e quando você não está.

93. Tudo que começa bem, termina mal. Tudo que começa mal, termina pior.

94. Amigos vêm e se vão, inimigos se acumulam.

95. "Pilhas não incluídas"

96. Você só precisará de um documento quando, espontaneamente, ele se mover
do lugar que você o deixou para o lugar onde você não irá encontrá-lo.

97. As crianças são incríveis. Em geral, elas repetem palavra por palavra
aquilo que você não deveria ter dito.

98. Uma maneira de se parar um cavalo de corrida é apostar nele.

99. Toda partícula que voa sempre encontra um olho.

100. Um morro nunca desce.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

PASSEATA RAUL SEIXAS (Parte XII)



Concentração em frente ao Teatro Municipal de São Paulo na Praça João Mendes, ao som de Metamorfose Ambulante... Demais...

SABE AQUELE SONHO DE PUBLICAR SEU LIVRO SOLO? CHEGOU A HORA...


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PROPOSTA EDITORIAL BECO DOS POETAS
      


Proposta Editorial – Inicialmente apenas Poesias. Sugestão de como publicar seu Livro de forma simples e pratica com o apoio do Beco dos Poetas: Dados técnicos do livro sugerido: Total de paginas 80 Preço de capa sugerido 25,00 Miolo sem gravura Capa Colorida
ISBN
Ficha Catalográfica
Deposito Legal

Passo 1 - Você convida 20 amigos a adquirir seu livro via compra antecipa (de preferência parentes, amigos próximos e que compreenderam eventuais atrasos no caminho de produção do livro evitando problemas).

Passo 2-Procure um espaço público e peça autorização para fazer o lançamento no local (Sugestão de local : biblioteca, associação de moradores, clubes, um bar onde paga-se apenas a consumação e permite realizar eventos muito comum em centros urbanos, ou mesmo em sua casa na forma de festa possibilitando uma confraternização)

Passo 2 – Se mora fora de SP grave tudo em vídeos de 5 minutos e nos envie para que divulguemos em nosso videolog, se mora em SP poderá lançar em um de nossos sarais

O que vem após o lançamento?

a)- Comercializamos seu livro em nossos site e sites parceiros ao preço de 25,00 dos quais recebera 10% sobre as vendas sempre que atingir o valor de 50,00

c)-Abrimos linha direta autor editora através do qual o autor poderá solicitar “mine” edição de um mínimo 15 exemplares com desconto de 40% ( 15,00 a unidade) podendo comercializar livremente em seu blog, site ou entre amigos

OBS: Os livros poderão ser retirados no local sem custo de postagem, ou recebidos via correio a postagem é por conta do autor e modelo padrão de envio adotado é o sedex outra modalidade devera ser solicitada por escrito no momento do contrato ou do envio.


Maiores informações : Fone (11) 50212233 - Maria Jeremias dos Santos Gerente de conteúdo ou e-mail: maria@becodospoetas.com.br

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d)Seu livro ficará exposto em uma loja onde todos os participantes tem o compromisso de divulgá-la, inclusive você.


e)Seu livro terá a garantia de entrega de uma empresa constituída e de reputação sólida no mercado literário .


Maiores informações (011) 50212233 Maria - Gerente de Conteúdo

TROCAR LINK NO SITE

Convidamos a Todos os Poetas e Poetisas a Participarem da nossa 5ª Antologia

Mensagem á todos que tem blog...

convidamos nossos amigos a trocarem de link com o Beco
Se você possui um Site ou Blog divulgando Poesias , Contos ou Lançamentos Literários e deseja efetuar com o "Beco" troca de link entre em contato enviando uma mensagem contendo o endereço do seu Site/Blog para o email vozlivre@yahoo.com.br no campo assunto especificar "troca de link" .
Obs.: Somente Blog e Site Literários.

Clik aqui para saber qual codigo add em seu blog


Provavelmente deve esta se perguntando porque farei isso ?

a) os sites de buscas como google e outros mais tem um sistema de busca classificado pela importância da pagina essa importância é calculada por um índice chamado page rank quanto mais alto o seu page rank mais fácil é localizado e se o seu site tem um link em um site de um page rank bem colocado com certeza se beneficia pois os sites de buscas vasculham os sites por classificação de importância e o seu aparecera em primeiro .

Porque o beco esta fazendo isso ?

Simples embora o nosso page rank seje maior que o do seu blog o seu link ajuda a aumentar a nossa colocação de modo que tanto o seu blog  como  o beco é beneficiado para ter uma idéia da nossa colocação nos sites de busca digite beco dos poetas no google e veja a quantidade  de links referenciadas em seguida coloque do seu blog e compare se não é uma boa associação .

saiba como tornar-se parceiro em nossa pagina principal. www.becodospoetas.com.br

ou email maria@becodospoetas.com.br


DEPOIS DE TUDO...



DEPOIS DE TUDO...

Talvez, por você ter-me seduzido,
revirado do avesso,
sinta tanta aversão á solidão,
e um desejo insanamente intenso, por você!
Talvez, por eu ter lhe aberto mais que os braços,
ter lhe ofertado o meu melhor sorriso,
ter lhe mostrado onde escondia o meu prazer,
sinta-me assim, assim tão perdido,
tão longe de você!
Depois de tudo...
De sentir-me assim tão perdido,
sinta tanta saudade de teus carinhos,
de teus olhos meigos,
de teus acanhados sorrisos,
de tua face ruborizada,
que mesmo na penumbra do quarto,
teimavas em me esconder...
Depois de tudo,
mesmo achando que foi tudo muito lindo,
sinta um medo profundo,
um sentimento de solidão absurdo,
uma quase irresistível, vontade de morrer...
Depois de tudo,
eu ainda amo você!

Edvaldo Rosa
15/08/2010
www.sacpaixao.net

DESEJOS...



DESEJOS...

Desejo o teu corpo!
Com todas as forças de meu ser...
Procuro encontrar os teus encantos, escondidos,
em teu intimo, o tudo e o tanto, que é você!
Quero caminhar por todos os teus caminhos,
e por todos os teus atalhos...
Encontrar-me neles,
com os teus segredos, com os mistérios, ocultos, teus...
Quero você como nunca quis antes!
Agora, que sinto, que meu olhar te penetrou fundo,
que ruíram as tuas barreiras, ante minhas caricias,
E que o som de minha voz, enquanto a sós,
te fez sorrir e sonhar!
Desejo o teu corpo, quente, macio e lindo,
pois ele é o único caminho que tenho,
para cada vez mais tocar os teus sentidos,
e sob a força sem força de mil cuidados,
despertar um desejo louco, em tua alma,
sempre tão serena e tão calma, quieta e oculta,
de se entregar, ser totalmente minha!
Sem medos e sem reservas,
por toda as vidas minhas!


Edvaldo Rosa
06/09/2010
www.sacpaixao.net

DEPOIS DE TUDO...



DEPOIS DE TUDO...

Talvez, por você ter-me seduzido,
revirado do avesso,
sinta tanta aversão á solidão,
e um desejo insanamente intenso, por você!
Talvez, por eu ter lhe aberto mais que os braços,
ter lhe ofertado o meu melhor sorriso,
ter lhe mostrado onde escondia o meu prazer,
sinta-me assim, assim tão perdido,
tão longe de você!
Depois de tudo...
De sentir-me assim tão perdido,
sinta tanta saudade de teus carinhos,
de teus olhos meigos,
de teus acanhados sorrisos,
de tua face ruborizada,
que mesmo na penumbra do quarto,
teimavas em me esconder...
Depois de tudo,
mesmo achando que foi tudo muito lindo,
sinta um medo profundo,
um sentimento de solidão absurdo,
uma quase irresistível, vontade de morrer...
Depois de tudo,
eu ainda amo você!

Edvaldo Rosa
15/08/2010
www.sacpaixao.net