FABRICIO RAMOS E EDINHO GADELHA, ESPECIAL PARA O TRIBUNA ESCRITA. por TRIBUNAESCRITA no Videolog.tv.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Uma Nova Canção - Edited by SPassos
Uma Nova Canção
Letra: Sylvio Passos
Arranjo/Interpretação: Myrian Portes
Eu só queria poder relaxar
Ficar numa boa. Descansar.
Minha cabeça está pesada
Com o peso do meu coração.
Tantas almas separadas
Tanta gente sem saber o que falar
Mas os pássaros estão cantando
Cantando uma nova canção
E os pássaros estão cantando
Cantanto a solidão
Outro dia o sol se põe
Se esconde atrás da minha razão
Saciar minha sede
Te jogar numa rede
Desembrulhar a emoção
Tentando me salvar de mim mesmo
Sem medo da escuridão
Mas os pássaros estão cantando
Cantando uma nova canção
E os pássaros estão cantando
Cantanto a solidão
Uma nova canção
Solidão....
Secretário e deputado do PT comandam TVT
Do Diário do Grande ABC
O deputado estadual Carlos Alberto Grana (PT-Santo André) e o secretário de Coordenação Governamental de São Bernardo, Tarcísio Secoli, são os responsáveis pela direção da Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho - ligada ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC -, que ganhou a concessão da Rede TVT (TV dos Trabalhadores).
Grana e Tarcísio aparecem como diretores da entidade transmissora do canal de televisão, conforme lista divulgada ontem no portal do Ministério das Comunicações. A participação do deputado estadual na direção da fundação fere o parágrafo único do artigo 38 da lei federal 4.117, de agosto de 1962, instituindo o Código Brasileiro de Telecomunicações, que diz: "Não poderá exercer a função de diretor ou gerente de empresa concessionária de rádio ou televisão quem esteja no gozo de imunidade parlamentar ou de foro especial".
A emissora entrou no ar em agosto do ano passado, dois meses antes da eleição presidencial. O decreto de concessão foi assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2005 e aprovado pelo Congresso Nacional em 2007.
No Sistema de Acompanhamento de Controle Societário, do Ministério das Comunicações, comandado pelo petista Paulo Bernardo, além de Carlos Grana e de Tarcísio, também aparecem como diretores da entidade responsável pela TVT o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, o vice-presidente do sindicato, Rafael Marques da Silva Júnior, e o também dirigente sindical Tsukassa Isawa. No site da emissora, no entanto, nenhum deles aparece como integrante da diretoria da Fundação (veja arte abaixo).
Na Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo) e no relatório do ministério, Tarcísio está como presidente da Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho. Grana, segundo a Pasta federal, é o primeiro secretário da concessionária de TV.
OUTRO CANAL - A outorga em vigência concedida à Fundação refere-se ao canal 46 UHF, com sinal de Mogi das Cruzes. A programação televisiva chega à região por meio de convênios realizados com a Associação de Canais Comunitários do Estado de São Paulo para retransmissão da programação em emissoras comunitárias nas cidades do Grande ABC.
A entidade aguarda deliberação do Congresso Nacional para assumir o controle do canal 45 UHF, de São Caetano. Também teve outorgada a concessão de rádio FM em São Vicente, no Litoral.
Carlos Grana disse ontem que deu entrada no pedido de desligamento da direção da entidade antes de tomar posse, mas admitiu que não tinha documento em mãos que comprovasse a solicitação à União. Tarcísio informou que não faz mais parte da Fundação (leia mais abaixo).
O Ministério das Comunicações informou, no entanto, que oficialmente Grana e Tarcísio constam como diretores da fundação. Dessa forma, até que seja formalizada a alteração, Grana descumpre a legislação. Segundo a Pasta, a lista foi atualizada na semana passada. A próxima atualização irá ocorrer em dois meses.SC900,115
Acionista da TV tem capital de R$ 500 mil
A Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho, com sede na Travessa Monteiro Lobato, no Centro de São Bernardo, foi registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo no dia 28 de julho de 1992. No mesmo ano, a entidade teve negado pedido de concessão de TV.
Na Jucesp, também aparece no quadro societário - além de Tarcísio Secoli como presidente - a empresa Netcash SA, criada em novembro de 1999. A companhia foi aberta com capital social de R$ 500 mil. A exemplo da fundação, Tarcísio também aparece como diretor-presidente da Netcash SA.
Entre os integrantes da sociedade da empresa ainda estão o vereador de São Bernardo Paulo Dias Neves (PT), que é ex-dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC; o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre; Simetal Gráfica e Editora Ltda, que pertence ao Sindicato dos Metalúrgicos; e Editora Gráfica Atitude Ltda.
Esta última empresa, que aparece na Jucesp com capital social de R$ 10 mil, tem como sócios o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e o Sindicato dos Bancários de Santo André. Tarcísio também aparece como representante da Editora Gráfica Atitude, ao lado do vice-presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) nacional, José Lopes Feijóo, entre outros dirigentes sindicais.
LIGAÇÃO - Por meio de nota, a Prefeitura de São Bernardo informou que Tarcísio não é dirigente da empresa que consta entre os sócios da Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho. "A Netcash não tem quaisquer ligações com a fundação. Trata-se de empresa que foi transferida, em 2007, a outro grupo empresarial e não mais pertence ao sindicato, tampouco a qualquer empresa que seja atrelada, relacionada ou parceira dele. Tarcísio Secoli foi seu presidente, mas não detém quaisquer relacionamentos com a empresa, desde a sua cessão e venda", explicou o documento enviado pela administração municipal.
A nota oficial, no entanto, não explica para quem a empresa foi vendida e nem o valor. No cadastro da Junta Comercial do Estado de São Paulo não há qualquer menção à venda da empresa, como informa a Prefeitura. Assim como no caso da concessionária da TVT, pela lei Tarcísio ainda é presidente da Netcash.TLSV
Ata da saída da fundação não foi registrada
O secretário de Coordenação Governamental - que sempre foi braço-direito do prefeito Luiz Marinho (PT) - negou, por meio de nota da Prefeitura de São Bernardo, que também seja dirigente da Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho, como consta na relação divulgada pelo Ministério das Comunicações.
"Tarcísio Secoli entregou carta de afastamento da Fundação no fim de 2008, sendo substituído por Rafael Marques da Silva Júnior (vice-presidente, então). Em assembleia realizada no dia 26 de junho de 2010, nos termos da convocação realizada por edital datado de 15 de junho de 2010, conforme ata, foi eleita a diretoria da fundação", explicou trecho da nota.
SEM REGISTRO - Em outra parte, a administração reconhece, no entanto, que o documento ainda sequer foi enviado para o governo federal, o que ratifica a presença de Tarcísio e Grana na direção da empresa concessionária da TV dos Trabalhadores. "A ata somente não teve seu registro formalizado por questões meramente burocráticas, mas já se encontra sendo encaminhada para esse fim. Há necessidade, e isso está sendo providenciado, de anuência do Ministério das Comunicações, para aprovação da ata referente à nova diretoria". Sem o registro formal, qualquer ata não tem valor jurídico.
Ainda assim, a ata encaminhada, para renovação do Conselho de Curadores e Diretoria do triênio 2010/2013 da fundação, de nove páginas, não tem assinaturas de nenhum dos participantes da reunião. No texto, o advogado da fundação, Adinaldo Martins, reconhece que a aprovação dos novos diretores se dará após envio da ata ao ministério.
Ainda assim, na ata da reunião da entidade não aparecem os nomes de Tarcísio Secoli e de Carlos Alberto Grana. Não há qualquer menção da saída dos dois da fundação. Sem esse documento que comprove o desligamento, os dois continuarão ligados à concessionária da TVT e, no caso do deputado estadual, descumprindo a legislação federal.
http://www.dgabc.com.br/News/5889450/secretario-e-deputado-do-pt-comandam-tvt.aspx, publicado 31/05/2011, acessado 31/05/2011.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Literatura contra o preconceito
Do Diário do Grande ABC
Lima Barreto (1881-1922) foi um dos grandes representantes do movimento libertário na literatura do País. Duramente rechaçado pelos críticos de sua época por usar linguagem coloquial e criticar abertamente a sociedade hipócrita e racista de então, entrou para a galeria dos escritores "malditos".
Autor de obras como ''Triste Fim de Policarpo Quaresma'', ''Os Bruzundangas'', ''Cemitério dos Vivos'', e ''Recordações do Escrivão Isaías Caminha'', produziu romances, novelas, contos, crônicas e diários. Vítima de preconceito por ser negro e pobre, só teve a obra reconhecida décadas após sua morte.
A ótica do escritor descreve o homem branco como um grupo que viveu a ilusão da hegemonia racial e, no processo de desenvolvimento, agrediu e violentou brutalmente todos que consideravam não brancos. Essa é a visão do mestre em Teoria da Literatura Luiz Silva, responsável pela mais recente biografia do autor.
''Lima Barreto'' (R$ 22), lançado pela Selo Negro, analisa a produção do escritor carioca e mostra a atualidade dos problemas que ele apontou no início do século 20.
"Este livro pretende ser uma reflexão sobre a obra e a vida de Lima Barreto, levando em conta a perspectiva do humilhado que ele assumiu, para realçar aspectos que até então eram tratados com certo descaso ou abordagem visivelmente comprometida com a ideologia dominante naquele momento histórico", explica Silva, mais conhecido por Cuti.
Os escritos de Barreto sempre denunciaram o papel marginal a que negros e negros-mestiços eram relegados em sua época.
Crítico do racismo, da burocracia e da corrupção, o autor sofreu, ao longo da vida, diversos preconceitos, aos quais respondeu com uma obra vigorosa. E, apesar da pobreza, do preconceito racial, do alcoolismo e de internações em hospício, ele foi um dos principais intelectuais do Brasil no início do século passado.
"Ele não pode ser considerado um personagem, como a crítica o vem tratando há muito tempo, patologizando sua trajetória. Temos que ressaltar a resistência dele às barreiras sociais da época. Semelhante a ele temos, dentre outros, Cruz e Sousa, Luís Gama, Augusto dos Anjos."
IDEOLOGIA E ESTÉTICA
Entre as características de Barreto que mais se destacam, estão sua opção ideológica e estética, Ele escolheu o caminho crítico e literário mais difícil e pagou um preço alto por isso. "Criticar o pensamento e costumes do período em que viveu, dar voz ao subúrbio, a tipos esquecidos pela literatura realista e parnasiana e não fazer vista grossa ao racismo pretensamente científico assumido pela intelectualidade branca de então demonstram a importância dele para a cultura brasileira."
Para o biógrafo, Lima não teve e ainda não tem o merecido reconhecimento. "O Brasil abriga uma mentalidade racista nos vários nichos do poder político, econômico e cultural. Essa mentalidade é a responsável pelo processo de alienação de nosso povo, pela falta de autoestima, pela recusa ao patriotismo sério tão necessário aos povos do mundo inteiro, pela desconsideração das práticas raciais discriminatórias como item relevante a ser superado em nossa vida social, pela recusa de ler a história pelo ponto de vista dos humilhados", resume Cuti.
http://www.dgabc.com.br/News/5889149/literatura-contra-o-preconceito.aspx, publicado 30/05/2011, acessado 30/05/2011.
FABRÍCIO RAMOS COM EXCLUSIVIDADE PARA O TRIBUNA ESCRITA

Tribuna Escrita - Quem é Fabrício Ramos?
Fabrício Ramos – Fabrício Ramos é um pernambucano da cidade de Triunfo que aos 8 anos mudou-se pra Recife e lá teve um contato mais profundo com o mar, com a dita “música urbana” e também com todas as malícias, mistérios e surpresas da cidade grande. Acredito que sou um porta voz do povo que usa a música como a sua principal arma...sou amor, sou política, sonhos e muitas realidades, sou o desconhecido e também , muitas vezes, o que pode te surpreender.
TE - Como você define o seu trabalho musical?
FR – Meu trabalho musical é, como sempre digo, uma mistura de ritmos. Cresci ouvindo frevo, forró e MPB ,Gonzagão, Jackson do Pandeiro,Clara Nunes, Reginaldo Rossi, Zé Ramalho, Alceu Valença, Elba Ramalho, ícones da música brasileira que eu sempre ouvia e ouço ainda hoje. Quando mudei pra Recife, passei a ouvir Blues,Jazz, Rock. Isso tudo me fez ter uma escola muito forte musicalmente...desde a Orquestra Isaías Lima lá em Triunfo até os tambores do maracatu de Naná Vasconcelos, em Recife. É difícil definir o meu trabalho por isso achei um termo legal que é Música Pensante Brasileira.
TE - Qual o show que você fez que teve um significado especial para a sua vida?
FR – É difícil responder isso porque todos os shows que faço, independentemente do local, têm um significado especial. Acredito que o show de Hamamatsu, no Japão, pode ter tido um significado maior por se tratar de um país totalmente diferente e de ter pessoas cantando minhas músicas no show...Talvez o primeiro show que fiz em Triunfo também, assim como o festival Vozes da Cidade quando todo teatro Cacilda Becker me aplaudiu de pé em São Bernardo do Campo. Acho que cada show tem um significado especial .
TE - Como é fazer História?
FR – Essa pergunta acaba tendo um duplo sentido. Sou estudante de História numa tradicional faculdade em São Paulo e é um sonho sendo realizado. Sempre gostei e está sendo ótimo poder viver este sonho e conhecer mais do meu país e do mundo também, sem falar no contato diário com profissionais competentíssimos que acabam transmitindo um conhecimento maravilhoso e desta forma acabo por descobrir mundos paralelos ao que somos acostumados e obrigados a viver diariamente. Por outro lado a pergunta também acaba tendo uma conotação de “Fazer História” , não sei se foi essa sua intenção mas vamos lá; todos fazemos história de alguma forma, o seu blog faz história publicando notícias, entrevistas etc, o ator faz história atuando e imortalizando um personagem e eu faço história através da minha música que nada mais é do que um elo de ligação entre os sentimentos implícitos e o microfone que é a grande arma, onde posso tornar explícita a minha eterna luta.
TE - Neste turbilhão de atividades e emoções como fica o AMOR?
FR – Sempre fui um cara que viveu o amor de alguma forma...seja com a família, amigos, amor ao trabalho ou em relacionamentos que tive. Acredito que esse turbilhão de atividades não atrapalha, ele só me dá mais vontade de estar bem e de fazer o bem. Amar é algo muito difícil. Hoje em dia a palavra amor não é mais usada em momentos especiais ou até mesmo dependendo do momento nem precisaria ser usada porque amor não precisa ser transformado em verbos, amor precisa ser praticado e hoje em dia a palavra e o próprio significado de amor pra algumas pessoas estão banalizados. Vivo um momento ótimo da minha vida em todos os sentidos, inclusive no amor.
TE - Em poucas palavras como foi o impacto de Raul Seixas em sua vida?
FR – O impacto de Raul causou uma “metamorfose ambulante” na minha vida.
TE - Qual o projeto musical que você está trabalhando agora?
FR – Estou na fase de captação de recursos, pra ser mais claro, buscando patrocínio para o meu segundo cd de estúdio, pois tenho mais de 70 músicas prontas e acredito que estou no momento certo pra gravá-las, mais amadurecido e com muitas idéias na cabeça. Tenho também um projeto de literatura de cordel que quero lançar até o final do ano e um livro de poesias que estou trabalhando com mais calma e sem data para lançamento.
TE - O que representa Edinho Gadelha hoje em sua vida musical?
FR – Eu sempre trabalhei com músicos de muita competência musical e profissional, desde a banda de apoio para a gravação do meu primeiro cd de estúdio lá em Recife, em 2004. Aqui em São Paulo não poderia ser diferente, Edinho Gadelha veio somar, pois é um excelente guitarrista e violeiro, além de compositor também. Ele representa a minha luta de sempre ter bons músicos comigo no palco.
TE - Qual é a sua avaliação desta entrevista via e-mail em uma escala de 0 a 100?
FR – com certeza 100
TE - Escreva as suas considerações finais, desde já agradeço à você por esta entrevista via e-mail. O meu muito obrigado!
FR – Bom, em primeiro lugar, quero agradecer muito o espaço que o blog “Tribuna Escrita” tem me dado sempre. Manoel Hélio, lhe agradeço de coração, mais uma vez, pela força, carinho e respeito que você tem comigo e com o meu trabalho. Quero agradecer também aos blogueiros que sempre postam minhas entrevistas ampliando ainda mais a divulgação do meu som, das minhas mensagens e da minha luta como artista independente na grande “teia” virtual. Gostaria de deixar o meu site para que os leitores possam acompanhar minha agenda, ver as fotos e um monte de coisa legal que tem lá, o site é www.fabricioramos.com . Vida longa ao “Tribuna Escrita” , um forte abraço e muita Paz a todos vocês. Obrigado!
Rádio especializada
Do Diário do Grande ABC
Qualquer conversa, seja sobre futebol ou economia, pode acabar em debates acalorados. Se assuntos considerados mais sérios, como política e religião, acabam por afastar possíveis participantes - principalmente os jovens -, as áreas culturais sempre foram marcadas pelo clima descontraído. Com a internet, algumas dessas conversas deixaram de ser anônimas para ser divulgadas por toda a rede por meio dos podcasts.
O termo acaba por unir as ações dos broadcast, que transmitem informações, e do iPod, no qual podemos selecionar o material que ouvimos.
De maneira grosseira, os podcasts podem ser definidos como programas ao estilo das rádios, mas que podem ser ouvidos no computador no momento e da maneira que a pessoa desejar.
As atrações abordam temas específicos, como história das HQs, tradução de livros, evolução do cinema 3D e o futuro da produção musical. "O único segredo ou receita para um bom podcast é escolher algo que você realmente goste de debater, pois assim o seu público o encontra mais facilmente", explica Diogo Salles, um dos responsáveis por falar sobre música no Tungcast (www.tungcast.com). No ‘programa'', o mercado do setor nos anos 2000, as infraestruturas precárias dos shows no Brasil e a carreira dos roqueiros do Metallica são pautas. "Podcast é uma coisa mais de nicho. Não dá muito certo querer atirar para todos os lados."
Os participantes surgem com novas ideias e, dependendo do que será abordado, são obrigados a fazer pequenas pesquisas para buscar informações. A ajuda dos ouvintes também é fundamental ao mandar e-mails críticos sobre os programas e sugerir temas. Apesar da conversa ser bem natural, nem sempre os participantes estão frente a frente e criam grandes bate-papos on-line.
Um dos podcasts mais conhecidos da internet é o Nerdcast, do site Jovem Nerd (www.jovemnerd.com.br). Toda semana, cerca de 60 mil downloads são feitos do novo debate disponibilizado sobre cultura pop promovido pela equipe, que já lembrou as ações do Dia D na Segunda Guerra Mundial, a popularidade dos animês e a complexidade do seriado ''Seinfeld'', entre outros assuntos.
Se a grande diversão fica por conta de que, na verdade, tudo não passa de uma grande conversa informal entre amigos, a pior parte do projeto é a edição de todo o material. Os rapazes do Jovem Nerd, por exemplo, têm gravações de cerca de 1h30, mas podem levar 20 horas para cortar trechos desnecessários, mixar os sons e acrescentar pequenas vinhetas. "Já sabemos que as noites de quinta e sexta-feira são infernais", brinca Alexandre Ottoni de Menezes.
Temas um pouco mais complexos também têm espaço entre os podcasts. É o caso do Papo na Estante (www.paponaestante.com.br), especializado em discutir literatura. "O tema não interessa tanta gente como cinema. Sabemos que vai ser bem complicado termos tantos ouvintes quanto outros podcasts que tratam sobre temas mais difundidos", diz Thiago Alves Ribeiro, anfitrião do programa.
O apreço pela leitura faz com que tragam à mesa questões sobre o livro ''A Guerra dos Tronos'', as aventuras de Harry Potter e a ligação entre as publicações e o cinema.
Com os podcastas, em tempos em que a tecnologia tem papel tão marcante, o prazer de uma bela e divertida conversa ganha proporções típicas deste século: o de alcançar popularidade e, no caminho, influenciar públicos.
http://www.dgabc.com.br/News/5889148/radio-especializada.aspx, publicado 30/05/2011, acessado 30/05/2011.
31/05 - Greenpeace Brasil no Talk Show

Na próxima terça-feira, dia 31/05, a partir das 21 Hs e ao vivo no site www.justtv.com.br , o Talk Show recebe o responsável pela campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, Pedro Torres.
Pedro Torres é Historiador, especialista em Política Urbana pela UFRJ, mestrando em Planejamento Urbano e Regional também pela UFRJ e, no nosso bate-papo, vamos falar sobre o novo Código Florestal Brasileiro, sobre a Usina Hidrelétrica de Belo Monte e outras questões ligadas, também, ao Dia Mundial do Meio Ambiente.
Assista e participe enviando perguntas e comentários AO VIVO acessando www.justtv.com.br na próxima terça-feira, às 21 Hs.
Apresentação: Celia Coev
Produção e Direção: Celia Coev
Co-Produção: Adriano Tardoque
Saiba mais sobre o Talk Show em:
Wordpress - http://programatalkshow.wordpress.com/
Site Oficial - http://www.justtv.com.br/talkshow
Página no YouTube - http://www.youtube.com/talkshownatv
Twitter - http://twitter.com/talkshownatv
Até terça!!!!
A perspectiva Bahá’í sobre o "Fim dos Dias"
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Este sábado, 21 de Maio de 2011, é mais uma data, numa longa lista de dias, em que algumas pessoas previram com confiança ocorrer 'o fim dos dias' ou 'dia do juízo.' Até lemos notícias de um homem em Nova Iorque que usou todas as suas economias e as gastou em cartazes publicitários anunciando iminente Dia do Juízo. Isso já aconteceu muitas vezes antes. Isso vai acontecer novamente.
Inevitavelmente, a data fixada vem e vai. Depois, o sol ainda brilha, os pássaros ainda cantam e muitos dão uma boa gargalhada à custa de quem estava absolutamente convencido de que seriam levados numa torrente de luz, enquanto outros seriam 'deixados para trás' para sofrer num eterno pranto e ranger de dentes.
Os Bahá’ís têm uma visão interessante e diferente sobre o cenário do Dia do Juízo. Em vez de esperar que o sonho de um guionista de Hollywood, ocorra nas próximas 24 horas, eles vêem o 'fim dos dias', como o fim de uma etapa importante da história e o início de uma nova etapa. Isso é mais difícil de vender para Hollywood, mas é mais fácil de conciliar com o senso comum e com uma compreensão básica da história.
Os Bahá’ís acreditam que a transição está a acontecer agora e que somos participantes vivos na mesma. Em vez de um dia de 24 horas, ocorrerá num 'dia' de muitas gerações. O resultado final será uma civilização global em que a 'Terra será um só país e a humanidade os seus cidadãos.' Será que isso parece disparatado? Que tal tentar dizer às pessoas, em meados da década de 1840 (por sinal, um tempo em que 100 mil 'mileritas' nos Estados Unidos esperavam que o 'fim dos dias' acontecesse), que em apenas 160 anos seria possível ir à lua e voltar, e que um homem cujo pai nascera no Quénia seria o presidente dos Estados Unidos?
Em resumo: Estou confiante ao prever que todos nós ainda estaremos aqui no dia 22 de Maio de 2011. Também estou confiante que os nossos descendentes ainda estarão aqui em 22 de Maio de 2111. E nessa altura o mundo assemelhar-se-á mais aquela imagem visionária do futuro delineado em 1936 pelo dirigente da Fé Bahá'í naquela época.
Quando o sol nascer no próximo domingo e você ouvir o som melodioso dos pássaros lá fora, não seria inspirador acordar com a convicção de que todos tínhamos sido 'deixados para trás' para construir uma civilização mundial, capaz de reflectir o paraíso na terra, dia a dia , de coração para coração e de geração em geração?
Muitas rusgas e 15 Bahá'ís detidos no Irão
Hoje, agentes do Ministério de Segurança Iraniano invadiram as residências de muitos docentes do Instituto Bahá’í de Ensino Superior (BIHE - Bahai Institute for Higher Education), uma universidade de ensino à distância gerida por Bahá’ís, que oferece ensino universitário internacionalmente reconhecido aos jovens Bahá’ís expulsos das universidades iranianas.
Os agentes confiscaram livros, computadores e bens pessoais, e prenderam 15 funcionários da universidade. As informações provenientes do Irão indicam que ainda decorrem rusgas e detenções.
Sabe-se que os detidos foram levados para a prisão de Evin. Os edifícios usados como laboratório e para fins académicos também foram encerrados. O site PCED indica o nome de 30 membros da BIHE cujas residências foram alvo de rusgas, sem indicar quais foram presos ou em que cidades vivem.
Somos todos membros do BIHE
O crime de Hoshang: mais de 500 amigos no Facebook!
A BBC noticiou o caso e acrescentou que entre as acusações escritas encontram-se a “participação em festas ilegais (encontros religiosos baha’is) e reuniões da seita em Amol, participação no cyber-espaço com fins didácticos relacionados com os objectivos da seita, adesão ao site anti-revolucionário Facebook, tendo mais de 500 amigos no Facebook, esforços intelectuais no Facebook para promover os seus ensinamentos sectários e anti-religiosos e persuadir as pessoas a adoptar as suas ideias mudando a sua terminologia intelectual”.
Este é mais um caso de um baha’i iraniano cujas actividades no Facebook foram usadas como pretexto para uma condenação. Mais uma vez lembro o alerta sobre a forma como as autoridades iranianas vigiam as actividades dos Baha’is no Facebook e noutras redes sociais.
Fontes:
domingo, 29 de maio de 2011
São Bernardo encolheu na Educação e na Cultura

Da Redação
Da tribuna da Câmara de São Bernardo, o vereador Admir Ferro, líder da bancada do PSDB cobrou explicações do prefeito Luiz Marinho (PT) sobre a redução do número de alunos na rede pública escolar do município e também sobre a diminuição de frequentadores dos espaços culturais da cidade. Admir conseguiu a aprovação de dois requerimentos de informações.
Segundo Admir Ferro, a administração do prefeito Marinho publicou recentemente sumário com dados estatísticos do município onde aparece a queda do numero de estudantes da cidade em praticamente todos os segmentos. E mais grave: o documento omite as informações relativas ao ano passado, 2010, sendo que esses dados se encontram à disposição no Ministério de Educação e Cultura. "Em dezembro de 2008, entregamos a rede pública com 73.759 estudantes da educação infantil e fundamental. No ano passado, eles eram 69.734", diz Admir Ferro, que foi Secretário de Educação e Cultura no governo anterior.
O primeiro ano do governo Marinho (2009) apontou também uma significativa redução de público nos espaços culturais do município. Desde o ano 2000, aponta o documento oficial da prefeitura, a média de frequentadores dos teatros da cidade foi de 132.879 espectadores a cada ano. Em 2009 a freqüência caiu para 99.784.
Nas bibliotecas públicas de São Bernardo, a diminuição da frequência foi mais radical. Elas receberam, em média, 486.348 visitantes a cada ano, desde o ano 2000. Em 2009, o público foi de 262.402 pessoas. A Câmara de Cultura recebeu, a partir do ano 2000, em média, 4078 espectadores por ano. Em 2009 foram apenas 680.
Nos requerimentos aprovados pela Câmara, Admir quer saber porque a prefeitura não computou os dados de 2010 "porque, ao que consta, estamos em 2011", disse. Da mesma forma, Admir quer saber o número de alunos da rede municipal, quantidade de merendas distribuídas, bolsas de estudo requeridas e concedidas e também quantas crianças estão fora da escola, por nível de ensino e região na rede municipal de educação.
http://www.jornalabcreporter.com.br/noticia_completa.asp?destaque=13668, publicado 27/05/2011, acessado 29/05/2011.
sábado, 28 de maio de 2011
NARRATIVAS VISUAIS DO ABC (PROFº ANTONIO REIS)
NARRATIVAS VISUAIS DO ABC (PROFº ANTONIO REIS) por TRIBUNAESCRITA no Videolog.tv.
Trecho da fala do Profº Antonio Reis no XI Congresso de História do ABC - Diadema - SP (26/05/2011).
Mesa: Narrativas Visuais do ABC
Diaulas Ulysses - Produtor de audiovisual de Diadema;
Antonio Reis - Centro Universitário Fundação Santo André;
Milton Santos - Produtor de audiovisual de São Bernardo do Campo.
Coordenação: Zilda Grícoli Ioki - FFCH-USP.
PAULO CESAR GARCEZ MARINS
PAULO CESAR GARCEZ MARINS por TRIBUNAESCRITA no Videolog.tv.
Trecho da fala do Profº Dr Paulo César Garcez Marins no XI Congresso de História do ABC - Diadema - SP (26/05/2011).
Mesa: Cidade, paisagem e patrimônio
Simone Scifone - FFCH-USP;
Silvia Helena Facciolla Passarelli - UFABC-SP;
Paulo César Garcez Marins - Museu Paulista/FAU-USP.
Coordenação: Profª Drª Mirna Busse Perreira - Centro Universitário Fundação Santo André.
NARRATIVAS VISUAIS DO ABC (MILTON SANTOS - CINEASTA)
NARRATIVAS VISUAIS DO ABC (MILTON SANTOS - CINEASTA) por TRIBUNAESCRITA no Videolog.tv.
Trecho da fala do cineasta Milton Santos de São Bernardo do Campo, SP, no XI Congresso de História do ABC - Diadema: Cultura, Identidade e Memória, de 25 a 27 de maio de 2011.
Mesa: Narrativas visuais do ABC
Diaulas Ulysses - Produtor de audiovisual de Diadema;
Antonio Reis - Centro Universitário Fundação Santo André;
Milton Santos - Produtor de audiovisual de São Bernardo do Campo.
Coordenação: Zilda Grícoli Iokoi - FFLCH - USP.
IRIO MAREGA
IRIO MAREGA por TRIBUNAESCRITA no Videolog.tv.
O poeta Manoel Hélio entrevista o esportista e pesquisador Irio Marega.
HILDEBRANDO PAFUNDI
HILDEBRANDO PAFUNDI por TRIBUNAESCRITA no Videolog.tv.
O poeta Manoel Hélio entrevista o Hildebrando Pafundi que é escritor, jornalista, contista e cronista. Membro da Academia de Letras da Grande São Paulo, da União Brasileira de Escritores (UBE-SP) e outras entidades. Tem quatro livros publicados.
Soldados desafiam a lei militar dentro do quartel e dançam funk ao som do hino nacional
PORTO ALEGRE - Soldados de um quartel do Exército no Rio Grande do Sul podem ser punidos pela Justiça Militar por desrespeito a um símbolo nacional. Eles aparecem em um vídeo postado na internet dançando uma versão funk do Hino Nacional.
No vídeo, eles surgem perfilados durante a introdução do hino como em um dia normal no quartel. Depois, com a mudança no ritmo da música, os seis soldados uniformizados passam a dançar a versão funk. A gravação, que foi parar na internet, foi assunto na cidade de Dom Pedrito, no Sul gaúcho.
- Acho lamentável alguém que está dentro de uma organização nacional dar um mau exemplo desse - diz o comerciário Alexsander Barreto.
Por causa da repercussão, os próprios soldados retiraram os vídeos da internet.
- Para os militares, sejam eles estaduais ou federais, o hino é algo sagrado. Inclusive todas as solenidades militares têm uma saudação à bandeira com muito respeito e devoção ao hino, que simboliza o povo brasileiro - diz o promotor da Justiça Militar no Rio Grande do Sul, Luiz Eduardo Azevedo.
Nove soldados estão envolvidos na gravação. Eles não foram presos e seguem em atividade normal no quartel. O Exército abriu Inquérito Policial Militar para apurar o caso.
O Globo
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No Braail : UMA EDUCAÇÃO PARA O DESRESPEITO EM TUDO:
.OS JOVENS QUE PROCEDERAM DESTA MANEIR, PARECE ESTAREM ACIMA DA LEI, DA ORDEM,.
JOVENS PODEM FAZER O QUE QUEREM AGORA NO PÁIS:
EDUCAÇAO PERA CIDADANIA E NORTEADO POR VALORES HUMANOS EM BAIXA ,POR ISSO TANTA DESORDEM, DESRESPEITO,-EDUCAÇÃO QUE ERA PROMOVIDA EM CASA, NAS FAMILIAS.
NECESSITAMOS DE ESTUDOS SOBRE QUE VALORES ESTÃO NORTEANDO A VIDA NAS FAMILIAS NO BRASIL
SE NOS ESPAÇOS DITOS E CONSIDERADOS NO PASSADO ESPAÇOS DE EDUCAÇÃO E DISCIPLINA, ACONTECEM ESTA MANIFESTAÇÕES,O O QUE ESPERAR DO QUE FAZEM NAS RUAS, NOS CLUBES, NAS ESCOLAS...
EVENTO COM SIGNIFICADO GRAVE - FALTA HONRA EM SER BRASILEIRO, ESTAMOS DESILUDIDOS COM O PATRIOTISMO...... PRECISAMOS DE RESPOSTAS CERTAMENTE.
SÔNIA
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Perguntas de um trabalhador que lê - Bertolt Brecht

Quem construiu Tebas, a cidade das sete portas?
Nos livros estão nomes de reis; os reis carregaram pedras?
E Babilônia, tantas vezes destruída, quem a reconstruía sempre?
Em que casas da dourada Lima viviam aqueles que a edificaram?
No dia em que a Muralha da China ficou pronta,
para onde foram os pedreiros?
A grande Roma está cheia de arcos-do-triunfo:
quem os erigiu?
Quem eram aqueles que foram vencidos pelos césares?
Bizâncio, tão famosa, tinha somente palácios para seus moradores?
Na legendária Atlântida, quando o mar a engoliu,
os afogados continuaram a dar ordens a seus escravos.
O jovem Alexandre conquistou a Índia.
Sozinho?
César ocupou a Gália.
Não estava com ele nem mesmo um cozinheiro?
Felipe da Espanha chorou quando sua frota naufragou.
Foi o único a chorar?
Frederico Segundo venceu a guerra dos sete anos.
Quem partilhou da vitória?
A cada página uma vitória.
Quem preparava os banquetes comemorativos?
A cada dez anos um grande homem.
Quem pagava as despesas?
Tantas informações.
Tantas questões.
BOM FIM DE SEMANA...
POLIFÓBICOS(?)
Nova categoria de modismo que se espalha no "jeito brasileiro de ser".
Homofóbicos, claustrofóbicos, acrofóbicos, tudofóbicos..., é a Polifobia instalada, e o que creio piamente ser pura PILANTROLOGIA MORBIDA. Aquele modo de enganar o trouxa (leia brasileiro), instalando a confusão criada pelo não corriqueiro para fazer disso cortina de fumaça para acobertar outras ações, digamos, não "interessantes" à opinião pública.
Volto a afirmar "categoricamente", nós brasileiros, estamos usando a grita como forma de expressão e fazendo exatamente o que querem os "inimigos". Nessa alvoroçada demonstração de indignação lhes temos dado dicas do que pretendemos e eles se armam para defender e contra-atacar. Estamos indo como gado para o matadouro, sim gado porque nos têem assim separado em "grupos" menores (portadores de necessidades, afro-descendentes, homosexuais...), dirigindo a esses alguns afagos(mentirosos) e colocando-os contra aqueles que nunca lhes fizeram acepção, ao contrário disso, sempre os defendeu. Mas prometi a mim mesmo não estressar mais, se querem fazer política errada que façam, se querem separar o "povo brasileiro" em "castas" que o façam, só não dou o direito a "NINGUÉM" me turbilhonar a vida.
Sou mal governado? Finjo que não é comigo, pois não sou força que abale um governo, porém não me faço maria-vai-com-as outras, em meu núcleo social e familiar vou dando tratos a bola, quem gosta de firula é jogador de futebol, concisamente.
Não me ajunto com o inimigo nem tampouco lhe dou munição, peixe morre pela boca, o silêncio, mais que nunca, é ouro.
Pois é, não vou interferir na maneira que cada um tem em se posicionsr, apenas e tão somente coloco definitivamente minha posição da busca perene da felicidade.
Me vejo inclinado a mudar para o Butão, lá até Ministro da Felicidade tem.
Porque buscar o que nos faz mal?
Aquilo que nos "azeda"?
Não nos inoculemos a POLIFOBIA.
VALDERI ANTÃO, O VALDO.
VALDERI ANTÃO, O VALDO. por TRIBUNAESCRITA no Videolog.tv.
O poeta Manoel Hélio entrevista o professor e pesquisador Valderi Antão, o Valdo (26/05/2011) em Diadema, SP.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Paco: difícil de matar
Trailler do filme: Paco, difícil de matar.
Sinópse: Um temeroso bandido anda espalhando o medo entre trabalhadores de uma casa de farinha, o heroi João Lió tenta capturá-lo.
Muita ação e aventura!
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XI CONGRESSO DE HISTÓRIA DO GRANDE ABC

Da Redação - De hoje (25) até a próxima sexta (27), Diadema sediará o XI Congresso de História do Grande ABC, que será realizado no Centro Cultural Diadema. As inscrições são gratuitas. A abertura do congresso será nesta quarta (25), às 19h30, com o grupo Seresteiros de Diadema, que resgatará o estilo musical romântico antigo.
Além de música, o público poderá conferir o lançamento dos livros ‘Biografia das Ruas: em cada esquina uma história’, de Walter Adão Carreiro; e ‘Catadores de Lixo: narrativas de vida, políticas públicas e meio ambiente’, de José Amilton de Souza. Uma exposição sobre a trajetória do congresso fecha a primeira atividade do congresso.
Diadema já recebeu o congresso em 1996 e, desta vez, volta a sediar a reunião que ocorre anualmente de cidade em cidade da região. O congresso pretende discutir e valorizar a história e a cultura do grande ABCD, dando continuidade ao movimento que se iniciou em 1989, quando o professor Souza Martins sugeriu às prefeituras municipais a realização do primeiro congresso. Com o apoio dos governos locais e do GIPEM (Grupo Independente de Pesquisadores da Memória do ABC) a primeira edição do congresso foi realizada em 1990.
Através da história, os participantes devem refletir e debater sobre a atual situação do grande ABCD, bem como sobre as ações para o futuro dos municípios. O XI Congresso de História do Grande ABC reunirá acadêmicos, estudantes, memorialistas, artistas e outros interessados na cultura da região.
Na quinta-feira, 26, o congresso começará às 8h30 com a mesa "Cidade, Paisagem e Patrimônio". No decorrer do dia serão ainda promovidas as mesas "Narrativas Visuais do ABC" e "O Descortinar da História: experiências e possibilidades da história local".
No terceiro e último dia do evento, também às 8h30, a primeira mesa discute "Juventude, Cultura, Identidade". Na sequência ocorre o "Encontro de Memorialistas de Diadema" e, fechando o congresso, uma roda de conversa sobre o tema "Culturas Populares: Tradição e Resistência". O encerramento artístico fica por conta do grupo feminino de batuque Abayomi.
http://cliqueabc.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=22964:diadema-recebe-o-xi-congresso-de-historia-do-grande-abc&catid=54:diadema&Itemid=66, publicado 24/05/2011, acessado 26/05/2011.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Alunos de Ribeirão Pires aprendem a fazer cartas

Da Redação
Os professores e educadores da Escola Municipal Engenheiro Carlos Rohm tiveram uma ideia diferente para aumentar o contato entre pais e filhos. Recentemente foi criado um projeto dentro da escola onde os alunos aprenderam a elaborar cartas sobre assuntos diversos e as enviaram para os pais. Para a surpresa dos professores, a resposta da família foi imediata e a ação foi um sucesso.
Todos os alunos do quarto ano participam da atividade de troca de cartas. A média de idade entre eles é nove anos. Regiane Pereira, professora há 16 anos, foi quem estimulou os alunos a enviarem as cartas aos pais. "Minha surpresa foi perceber que na comunicação por cartas, tanto os pais quanto as crianças conseguem se expressar mais e melhor", afirmou a professora.
Amanda Lima, de nove anos, enviou uma correspondência para sua mãe e recebeu como retorno um envelope contendo, além de informações sobre seu nascimento, fotos de quando ela ainda era um bebê. "Gostei de receber porque minha mãe falou que me amava muito. Fiquei muito alegre e contente", disse a garota.
A escola também trabalha com alunos de inclusão e estes não ficaram de fora do projeto. A professora auxiliar, Cleuza Nunes, acompanhou um aluno autista que, oralmente, expressou o que queria dizer para que fosse colocado em uma carta e enviado para sua mãe.
A coordenação da escola aposta na correspondência por carta como comunicação que resistiu ao tempo e que deve ser incentivada. "As crianças conhecem internet, envio de email, mas estamos mostrando com esse projeto que, além de aprenderem a estruturação de uma carta, eles também podem emocionar por meio de palavras escritas a mão", declarou a professora Regiane.
http://www.jornalabcreporter.com.br/noticia_completa.asp?destaque=13622, publicado 24/05/2011, acessado 24/05/2011.
Biblioteca itinerante leva cultura a bairros de SCS

Da Redação
A Biblioteca Móvel Itapemirim, uma parceria entre a prefeitura de São Caetano e a Viação Itapemirim promove até o dia 28 de maio uma série de atividades de incentivo à leitura. O projeto social e pedagógico está disponível à população e aos leitores em diversos locais da cidade. As atividades são gratuitas e acontecem das 9h30 às 17h.
Os leitores têm à disposição cerca de dois mil exemplares, entre revistas, literatura infantil, livros em 3D e obras em braile. Entre as atividades estão empréstimos de livros para leitura local, rodas de leitura, contação de histórias, oficinas lúdicas com fantoches, além de um espaço para apresentações culturais.
Nesta sexta-feira e sábado o ônibus fica no Espaço Verde Chico Mendes (Av. Fernando Simonsen, 566, Bairro São José).
http://www.jornalabcreporter.com.br/noticia_completa.asp?destaque=13613, publicado 24/05/2011, acessado 24/05/2011.
Paraty está pronta para a Flip
Do Diário do Grande ABC
Entre os dias 6 e 10, Paraty (RJ) centralizará o maior evento da literatura brasileira, a 9ª edição da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty). Entre os nomes já confirmados para participar das mesas do evento estão Claude Lanzmann, David Byrne, Edney Silvestre, Emmanuel Carrère, João Ubaldo Ribeiro e Luiz Felipe Pondé.
Na agenda internacional, a Flip reserva também espaço para o romancista Caryl Phillips, que já produziu também textos para televisão, rádio e teatro. Entre suas obras literárias está "Dançando no Escuro" e "Uma Margem Distante", já publicados no Brasil.
O norte-americano Michael Sledge lançará durante a Flip romance sobre o imaginário da vida amorosa de Elizabeth Bishop. Seu livro, ainda sem tradução para o português, foi inspirado no soneto de Luís de Camões "Quanto Mais Vos Pago, mais Vos Devo".
Neste ano, a Flip homenageará e referenciará as obras de Oswald de Andrade.
Serão 29 autores de 13 países que discutirão em 18 mesas, ciência, filosofia, tecnologia, linguagem e literatura.
Antonio Candido e José Miguel Wisnik abrirão o evento com a Conferência Oswald de Andrade, fazendo uma análise sobre a obra e a personalidade intelectual e artística do escritor.
Na quinta-feira (7) escritores mesclarão assuntos como a lírica crítica e o modernismo na literatura e ficção. Além de histórias em quadrinho, literatura indígena e mostra de curtas-metragens realizados por jovens de Paraty.
No dia 8, Bia Hetzwel mediará conversa em que os autores mesclarão moda, blogs e afins. Já o renomado jornalista Edney Silvestre falará da relação entre o jornalistamo e a literatura.
A atriz Leandra Leal é uma das que participarão do Cinezona, que debaterá literatura no cinema, junto com Carolina Benjamin e Rita Toledo. O dia encerrará com show do cantor Jairzinho.
Nos dias 9 e 10, haverá diversas programações de exibição de curtas-metragens produzidos por jovens talentos.
http://www.dgabc.com.br/News/5887866/paraty-esta-pronta-para-a-flip.aspx, publicado 24/05/2011, acessado 24/05/2011.
Ecad sob investigação
Especial para o Diário
Duas Comissões Parlamentares de Inquérito devem investigar o Ecad(Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) neste ano. Além da proposta pelo senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP), a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro também terá sua própria CPI. Se a instituição nunca foi unanimidade, toda a movimentação só faz crescer a curiosidade sobre suas atividades - e o quanto de fato ajudam a classe musical.
As denúncias não são recentes. Em 1995, uma CPI da Câmara Federal já apurava denúncias como falsidade ideológica, sonegação fiscal e formação de quadrilha. Desta vez, a investigação é baseada no abuso da ordem econômica e prática de cartel no arbitramento. O autor também pede exame do modelo de gestão coletiva centralizada de direitos autorais de execução pública. As novas denúncias tiveram início quando o motorista de ônibus Milton Coitinho dos Santos foi apontado como beneficiário de R$ 127,8 mil referentes aos direitos sobre canções que não pertenciam a ele.
Só no ano passado, o Ecad arrecadou cerca de R$ 432,9 milhões. Em geral, o valor é dividido da seguinte forma: 75% para o autor registrado, 17% para a administração e 7,5% para as associações.
As divisões e a idoneidade no repasse do dinheiro são as principais interrogações. "Os valores nem sempre são os mesmos para todos os músicos, pois existem coautorias e participações de outros artistas. Então esse montante destinado aos compositores é dividido em mais partes. Disponibilizamos tudo semestralmente no nosso site", explica Mario Sergio Campos, gerente executivo de distribuição do Ecad.
Campos argumenta que existem mecanismos para que falhas como a recente sejam evitadas. "Todas as vezes que é solicitado registro, existe busca no nosso banco de dados e em outras fontes de informação. Há uma série de procedimentos para analisar o áudio. Caso ocorra algum pagamento equivocado ou em duplicidade, bloqueamos na hora os direitos."
DIREITO DE QUEM?
"Basicamente existem dois tipos de direito autoral no País. O moral, que é ser reconhecido como autor de obra e significa que você pode modificar ou mantê-la original", explica o advogado Ivan Parizotto. "Outro aspecto está relacionado à execução. Exemplo é quando se compra o CD: a pessoa adquire direito à reprodução privada sem fim econômico. No Brasil, os autores têm direito de se reunir em associações para melhor proteger e exercer esses direitos."
As associações que cuidam dos direitos autorais normalmente respondem ao Ecad. Mas a filiação e controle das reproduções pela instituição não são obrigatórios. "O compositor em princípio tem todos os direitos sobre a obra. Mas, muitos assinam com as gravadoras que se tornam representantes da propriedade intelectual. Neste momento começa a confusão, pois algumas gravadoras negociam com as emissoras de rádio e TV a transmissão. O problema é que às vezes os músicos registram as letras também no Ecad, o que gera dupla venda. Acredito que se filiar a associações seja melhor, porque te ajuda a arrecadar e a composição permanece sua", diz o advogado.
Na condição de maior interessado, o músico Fernando Iazzetta acredita que o Ecad não deveria apenas recolher os valores. "Como ocorre em outros países, essa entidade deveria representar os músicos. Seria saudável até mesmo a existência de mais de uma entidade e os músicos escolheriam a que melhor lhes representaria."
Nas cobranças dos direitos autorais pelo Ecad, alguns fatores não são considerados, o que gera grande divergência entre os compositores. Por exemplo, há diferenças na arrecadação de um concerto de música erudita e de um show de música popular; ou de uma apresentação em um espaço alternativo para um pequeno público, ou de um grande show num estádio de futebol. Aparentemente essas diferenças não são levadas em consideração pelo órgão. "No Brasil somos reféns do Ecad e não temos representatividade. A outra entidade que deveria representar os músicos, a Ordem do Músicos do Brasil. Hoje, somos cobrados em relação aos deveres (contribuições, pagamentos de taxas etc), mas não temos voz quando se trata de receber nossos direitos", afirma Iazzetta.
Com relação às denúncias de fraude, o músico é taxativo: não se espanta. "Embora inadimissível, não me parece ser o maior problema da entidade. Ao contrário, só reforça a ideia de que é um grupo mais preocupado com a arrecadação do que com a representação dos músicos."
Os artistas e produtores redigiram carta aberta em defesa de seus interesses e convocaram os setores da Cultura para um debate aberto e democrático sobre a reforma da lei de direitos autorais. Um dos integrantes dessa manifestação é o produtor musical e superintendente do auditório do Ibirapuera, Pena Schmidt. Ele acredita que o debate dos direitos autorais não pode ser radical. "Temos que vislumbrar e conciliar os direitos autorais com nova ordem social que vivemos. Existem desafios e possibilidades gerados pela internet e meios digitais", explica.
Segundo Schmidt, a grande questão a ser respondida é: como a sociedade pode tornar as obras disponíveis para o maior público possível, a preços acessíveis e, ao mesmo tempo, assegurar uma existência econômica digna aos criadores e intérpretes e aos parceiros de negócios que os ajudam a navegar no sistema econômico? "Uma resposta adequada virá de "uma combinação de leis, infraestrutura, mudança cultural, colaboração institucional e melhores modelos de negócio", ou seja, será fruto de um pacto entre diversos setores da sociedade. O que precisa mudar não é o Ecad é o sistema como um todo", avalia.
André, guitarrista e vocalista da banda andreense Nitrominds, tem algumas músicas registradas na Abramus (Associação Brasileira de Música e Artes), uma das nove associações que administram o Ecad, mas conta que a burocracia para fazer parte do bolo é contemplada pela falta de retorno e prestação de conta da entidade. "Tocamos direto por aí e tem muitos shows cujos direitos de autoria não recebemos. Eles cobram, mas nunca prestam contas, parece que dividem o dinheiro somente entre os que mais arrecadam", conta.(Colaborou Thiago Mariano)
O QUE FAZ A ENTIDADE
O Ecad é uma sociedade civil de natureza privada. Nove associações, responsáveis pela fixação dos preços e regras de cobrança e distribuição dos valores arrecadados, administram a instituição e têm como filiados os titulares de direitos autorais. Seu trabalho é também remeter ao Ecad as informações de cada sócio e seu repertório, para alimentar o banco de dados e possibilitar a distribuição dos valores arrecadados entre os titulares das composições registradas.
No banco de dados da entidade estão cadastrados 342 mil diferentes titulares, com 2,4 milhões de obras catalogadas em 862 mil fonogramas cujos registros contabilizam todas as versões de cada composição.
O Ecad cobra locais como emissoras de TV, casas de shows, restaurantes, cinemas, hotéis e academias pela execução de músicas que compõem seu banco de dados. Ao todo, são 418 mil usuários de música - como são chamados esses espaços e emissoras que pagam pela reprodução das obras. A nova proposta de lei do direito autoral em discussão no Ministério da Cultura prevê a fiscalização do Ecad.
http://www.dgabc.com.br/News/5887865/ecad-sob-investigacao.aspx, publicado 24/05/2011, acessado 24/05/2011.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Jornalistas escritores se reúnem em São Paulo
Do Diário do Grande ABC
Doze dos mais consagrados jornalistas brasileiros que também fazem sucesso na literatura confirmaram presença e participarão do Encontro com Jornalistas Escritores, oferecido como atividade complementar do Congresso Mega Brasil de Comunicação, realizado entre amanhã e dia 27, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.
Com a curadoria de Audálio Dantas, um dos mais respeitados jornalistas brasileiros e também é escritor, o encontro está marcado para as manhãs e noites dos dias 25 e 26. A primeira mesa, na manhã do dia 25, reunirá, das 9h30 às 11h30, Eliane Brum, Laurentino Gomes e Zuenir Ventura; a segunda, na noite desse mesmo dia, de 19h30 às 21h30, Caco Barcellos, Mauricio de Sousa e Ziraldo.
Na manhã seguinte, no mesmo horário, Juca Kfouri, Moacir Japiassu e Ricardo Kotscho se reúnem na terceira mesa. A quarta, na noite (mesmo horário) do dia 26, Antônio Torres, José Hamilton Ribeiro e Regina Echeverria.
"Esse encontro é muito importante para o debate do jornalismo e da literatura. É cada vez mais comum que jornalistas escrevam livros. Profissionais que seguiram esse caminho existem muitos no Brasil. Temos grandes exemplos como Fernando Morais, Laurentino Gomes entre outros nomes", comenta Dantas.
O curador ressalta que esse estilo literário dentro do jornalismo não é recente. "Nos Estados Unidos temos o grande Gay Talese. Ele escreveu, na década de 1970, o perfil de Frank Sinatra sem nenhuma entrevista com o cantor, utilizou apenas a observação e o depoimento de pessoas que conviviam com o artista. Talese fez parte do Novo Jornalismo, mas no nosso País temos exemplos desse estilo bem antes dessa época. Um exemplo é Euclides da Cunha que foi para Canudos e revelou um Brasil interiorano, antes ignorado e desconhecido", afirma Dantas.
Uma das características dos jornalistas que seguem os caminhos dos livros é utilizar a literatura sem fugir da realidade. "Não se pode e nem se deve inventar algo. O que fazemos é um jornalismo aprofundado com informação de qualidade. Publicações que não são livros e seguem essa linha são: a antiga revista "Realidade" e hoje, a "Piauí"", afirma.
Para Dantas, não existe uma formula a ser seguida e nem uma técnica para fazer textos literários no jornalismo. "Acredito que seja uma questão de vocação. Cada escritor tem seu estilo e personalidade nos textos. O conselho que posso dar é paciência na hora de escrever e pesquisar, porque se não você acaba caindo no imediatismo da notícia. Além disso, tudo não passa de um olhar diferenciado da realidade e de humanização das matérias", avalia.
A inscrição para o Encontro com Jornalistas Escritores pode ser feita pelo site www.megabrasil.com.br/congresso2011 ou telefone (11)
5576-5600. O valor por sessão é de R$ 20 e R$ 50 o ciclo completo.
http://www.dgabc.com.br/News/5887593/jornalistas-escritores-se-reunem-em-sao-paulo.aspx, publicado 23/05/2011, acessado 23/05/2011.
Talk Show recebe Xicão Joly
AMANHÃ, dia 24/05, a partir das 21 Hs e ao vivo no site www.justtv.com.br , o Talk Show recebe Xicão Joly, o mais conhecido announcer de lutas de MMA no Brasil.
Xicão Joly é ator, administrador de empresas e atua há quinze anos como announcer de lutas por todo o Brasil.
No nosso bate-papo, ele vai falar sobre seu trabalho e sobre os bastidores das lutas, os lutadores e as ringue girls. Não perca.
Apresentação: Celia Coev
Produção e Direção: Celia Coev
Co-Produção: Adriano Tardoque
Saiba mais sobre o Talk Show em:
Wordpress - http://programatalkshow.wordpress.com/
Site Oficial - http://www.justtv.com.br/talkshow
Página no YouTube - http://www.youtube.com/talkshownatv
Twitter - http://twitter.com/talkshownatv
Até amanhã!!!!
poesia: "Forte ou fraco"
Forte ou fraco
o que ser,
o que sou,
o que você é ?
O que para você é
ser forte
ser fraco
estar forte
estar fraco ?
O que a sociedade
monta
constrói
levado
nós somos
nos molda
nos rege
dirige
nos condena
amaldiçoa
perdoa
nos leva.
O que é
ser forte
fraco para
você ?
Você
que todos
os dias
na luta
constante
para
sobreviver
se coloca
conquista
suor
da alma
do corpo
que só
você
sabe
o quanto
cada
gota
custa
o quanto
é pesada a
vida
o que é ser
forte
fraco
para você ?
Essa vida que
leva
dura
bruta
rústica
quem pode
fraco
te chamar ?
Fraco,
é o que te explica
é o que te mostra
por completo
e basta ?
Ser fraco
rotulado
só por assim
não vencer
só por vezes
chorar
perder
desistir
correr ?
Você que
vê na
derrota
na doença
no cansaço
preguiça
tudo isso
fraqueza ser,
não sabe
que na verdade
todos
vão fortes
fortes demais
somente
não sabem
perceber.
Somente não
sabem
como tudo
ponderar
discernir
direcionar
toda a sua
força
que
fica
esquecida
apagada.
Vai
você,
a sorrir
forte
é
saiba
direcionar
fraqueza
uma força
guardada.
Pode-se
tudo fazer
só não
parar
e nas coisas
que faltam
a força
colocar
direcionar
e quem
sabe
a sua
somente
a sua
felicidade
encontrar.
para Sally e Lyra...
Botucatu
Marcela Hebeler
23/05/2011
sábado, 21 de maio de 2011
Crônicas Mensaleiras

Danevita Magalhães: a então petista foi demitida por não compactuar com a roubaheira; sem emprego, vive sob ameaça
Não deixe de ler reportagem de Hugo Marques na VEJA desta semana. Ele conta a história de Danevita Ferreira de Magalhães, uma das principais testemunhas contra os larápios do mensalão. Segue um trecho:
(…)
Ex-petista, Danevita Ferreira de Magalhães era gerente do Núcleo de Mídia do Banco do Brasil quando, ainda em 2004, foi instada a participar de uma fraude para justificar a remessa de nada menos que 60 milhões de reais às arcas do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, o caixa-forte do mensalão. Ela não se curvou à ordem. Por isso, foi demitida e viu sua vida virar de cabeça para baixo. Ameaçada de morte e vivendo de favor na casa de amigos, Danevita é agora uma testemunha-chave do Ministério Público Federal para provar que o mensalão foi abastecido, sim, com dinheiro publico. Entre 1997 e 2004, Dane, como é carinhosamente chamada pelos poucos amigos que lhe restaram, coordenou o núcleo do Banco do Brasil que administrava os pagamentos às agências de publicidade contratadas para fazer a propaganda da instituição e de seus produtos. Por esse núcleo, formado por representantes das agências, passava todo o papelório necessário para liberar os mais de 180 milhões de reais gastos a cada ano nas campanhas publicitárias do banco.
Foi no momento de assinar um desses documentos que Danevita viu sua carreira desmoronar. O papel fugia completamente aos padrões. Tratava-se de uma ordem para chancelar um pagamento de 60 milhões de reais à DNA Propaganda, uma das empresas do mineiro Marcos Valério que abasteceram o mensalão. Detalhe: o dinheiro já havia sido repassado para a DNA, e o documento só serviria para atestar, falsamente, a veiculação de uma campanha fictícia que nunca fora ao ar. Uma fraude completa. A assinatura de Danevita era necessária para legitimar a operação. À Polícia Federal, ela disse que um dos diretores da DNA admitiu, na ocasião, que o serviço jamais seria prestado. Ato contínuo à decisão de negar a assinatura que tanto valeria a Marcos Valério e ao esquema que já no ano seguinte ficaria conhecido como mensalão, veio a demissão. “Como não assinei, fui demitida”.
"
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Poesia "Inteira"
Eu já me
acostumei
com minhas
dores
minhas brigas
internas
saudades
esperanças
aprendi
que o tempo
corre
corre
não para
mesmo
que eu
peça.
Nas minhas
dores
saudades
esperanças
para
outros
vão
infundadas
muitas
vezes
negadas
rechaçadas
piadas
que nos outros causa
motivo de riso
palhaçada.
Aprendi
ser pura
fiel
aprendi
ser eu
mesma
a não
mais
ligar
para nada
as risadas
xingamentos
as briguinhas
as maldades
o egoísmo
até
mesmo
compreensivo.
Aprendi
a
estar
ir
inteira
aprendi
que daqui
nada se leva
apenas
sentimentos
de uma alma inteira
completa.
Aprendi
aprendendo
a amar
a amar
sem ter
a amar
sem querer
controlar me
inteira
todos os dias
me fazer,
me tornar,
transformar
ser.
Sem disputas
de algo
do amor
que
não pode
disputado
ser
e deixar tudo
acontecer
rolar
viver
sem nada
mais
aguardar
e sim
plena
viver.
E que a vida
não seja
nunca
uma sala
de esperas
com grandes filas
sem cadeiras
chão
duro
frio
sujo
imundo
vazio de
olhos
bocas
mentes
presas
mãos amarradas
pernas
paralisadas
dobradas.
Aprendi
aprendendo
eu vou
agora
hoje
caminhar
sem presa
livre
solta
sorriso
alma
leve.
E quem
disse
que estou
a brigar
disfarçar
planejar
manipular
disputar
negociar?
Minha alma
coração
não
estão
à venda
nem o seu
o dela
o dele
os deles.
Aprendi
aprendendo
a
andar
firme
segura
e completamente
irrefutavelmente
só....
mas,
inteira. (Marcela Hebeler)
essa eu dedico a todos que amam verdadeiramente......o amor não é possuir algo.....não é negociável.....não é objeto.....e que todos que amam, que andem pelo caminho da vida, sempre inteiros.........;-) Sally...........Lyra........;-) :-* Botucatu - 2011
IV Prêmio Literário Canon de Poesia 2011


O concurso cultural denominado IV Prêmio Literário Canon de Poesia 2011 é promovido pela Canon do Brasil Ind. e Com. Ltda, pessoa jurídica estabelecida na Cidade de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o nº 046.266.771/0001-26, pela Fábrica de Livros, selo editorial do Grupo Editorial Scortecci, para autores brasileiros, maiores de 16 anos, residentes no Brasil.
Tem por objetivo descobrir novos talentos, promover a literatura e difundir a impressão digital de livros no Brasil. Este concurso é exclusivamente de cunho cultural, sem qualquer modalidade de sorte ou pagamento pelos concorrentes, estando aberto à participação de todos que assim o desejarem, sendo promovido pela empresa de acordo com a Lei n. 5768/71 e Decreto 70.951/72.
REGULAMENTO
Inscrições: até 15 de junho de 2011.
Ao fazer a inscrição, o Autor estará concordando com as regras do concurso, inclusive autorizando a publicação da obra em antologia e responderá por plágio, cópia indevida e demais crimes previstos na Lei do Direito Autoral.
O Autor poderá participar com 1 (uma) POESIA, de no máximo 5 (cinco) mil caracteres. Os trabalhos deverão estar em língua portuguesa, o que não impede o uso de termos estrangeiros no texto.
O tema é livre e a inscrição grátis. A POESIA deverá ter obrigatoriamente um título. Não há necessidade de pseudônimo. Não há obrigatoriedade de ser inédita.
Inscrições somente pela Internet através do Portal Concursos e Prêmios Literários.
A Parceria Canon do Brasil e Grupo Editorial Scortecci escolherão uma Comissão Julgadora composta de três membros de renomado prestígio literário e uma Comissão Organizadora que resolverá os casos omissos deste regulamento, se houver.
PRÊMIO:
Publicação da obra em antologia do IV Prêmio Literário Canon de Poesia 2011, selo editorial Fábrica de Livros / Scortecci, reunindo por ordem alfabética, 50 (cinquenta) POESIAS e seus AUTORES (minibiografia), conforme seleção e escolha irrevogável da Comissão Julgadora.
Características da obra: 1500 (mil e quinhentos) exemplares, formato 14 x 20,7 cm, com aproximadamente 100 páginas, ISBN e Ficha Catalográfica.
A obra NÃO será comercializada e sua venda proibida.
Os 50 (cinquenta) participantes escolhidos com as melhores POESIAS receberão como prêmio e a título de Direito Autoral, 10 (dez) exemplares da obra, além da divulgação e promoção da poesia pela Canon do Brasil pelo período de um ano em ações de Marketing e Propaganda.
Os livros de direito dos Autores Vencedores serão entregues no dia do lançamento da Antologia, em data e local a ser definido, posteriormente, pela Canon do Brasil. Os Autores Vencedores que não puderem comparecer ao evento receberão seus livros pelo correio.
CRONOGRAMA:
- Inscrições: Até 15 de junho de 2011.
- Período de seleção: Julho e Agosto de 2011.
- Resultado: Setembro de 2011.
- Edição e Impressão da obra: Outubro de 2011.
- Lançamento da Antologia, em São Paulo, Capital: Dezembro de 2011.
INFORMAÇÕES:
premiocanon2011@concursosliterarios.com.br
Telefones: (11) 3032.1179 ou (11) 3032.6501




